Comerc
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Former Minister Maílson and Storyteller Fernando Palacios participated in the event 

Photo: Nayara Spina

Photo: Nayara Spina

Comerc Energia sponsored the launch of the book entitled “ENERGIA, PARCERIA & LIBERDADE” (Energy, Partnership and Freedom), celebrating the 15th anniversary of the free energy market on November 8. Over 440 people attended the event at the São Paulo Corporate Towers auditorium, among them clients, employees and members.

The book was written together with journalist Milton Leal, and not only tells the story of Comerc, but also describes the free market, how it emerged and how it has grown over the past 15 years. Over the course of almost two years, the author interviewed over 50 Comerc employees, experts, academics, energy users and industry experts.

Photo: Nayara Spina

Photo: Nayara Spina

CEO Cristopher Vlavianos opened the event with a special thank-you to the guests and their partnership over the history of Comerc Energia. Former Treasury Minister and Comerc Board Member Maílson da Nobrega presented his outlook for the Brazilian economy at the event.

Fernando Palacios, a pioneer Storyteller, then described the best moments in Comerc’s history.

The event ended with books being distributed to all the guests during the cocktail hour.

 

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Energy use has been on the rise since June in nine of the eleven industries monitored

The Comerc energy index shows that nine industries used more energy in September of this year than last year. The consolidated average of eleven segments (*) shows 2.67% growth in energy use in September compared to 2016. This is the largest percent increase in the past twelve months, and higher than the 2.32% increase in December 2016 (compared to 2015).

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If we look at the behavior of each category, vehicles and autoparts again lead the increase in energy use – 11.79% compared to September 2019. For months the industry has been recording increases compared to the previous year.  This is due to a major increase in automotive industry output. According to Anfavea, the National Association of Energy Manufacturers, 236.9 thousand vehicles were made in September 39.1% more than the 170.3 thousand that rolled off the lines in September 2016.

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We should also mention the August-to-September variation in retail and commercial buildings. This segment is the growth leader – 6.08%, which according to Vlavianos, can in part be explained by the intense heat in metropolitan São Paulo, which accounts for over a third of the energy used by Comerc clients in the segment.

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The executive reminded us that according to INMET, the National Weather Institute, the August high in metropolitan in São Paulo was 22.9oC, and in September was 28.7oC, an increase of almost five degrees. “An important component of energy use in this segment is air conditioning, so higher temperatures certainly impacted energy use among retailers and commercial building, affecting the Comerc Energy Index in general.”

This trend is opposite of last year, when energy use in this same Retail and Commercial category dropped 3.81 in the first nine months of 2017. “This is one more sign that climate issues caused September of this year to be an outlier” added Vlavianos.

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The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in its portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free market.

(*) Note: As of this month the Hygiene and Cleaning category has been eliminated and those companies added to the Chemicals category.

 

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Greater availability of water is one reason for this drop

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of November 11 – 17, 2017 dropped 0.3% and was set at R$ 481,66/MWh. The PLD is the same all over the country.

The main reason for this drop is increased availability of water, a lower load on the system, and a drop in the cost of energy coming from Uruguay.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia
1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week.
2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

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They are currently up 4.2 percentage points 

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoirs in the southeast/middle-west went up 0.2 percentage points. In the south they went up 4.2 percentage points.

 In all other sub-market reservoir levels dropped -  0.6 p.p. in the northeast and 0.7 p.p. in the north.

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This is particularly true in the south sub-market

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Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, disclosed its projections for accumulated Natural Affluent Energy for the third week of November.

The forecast for the southeast/middle-west sub-market dropped this week to 96% of the long-term average, while in the south it dropped to 114%.

On the other hand, flows in the northeast and north should increase to 22% and 50% of the long-term average respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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Moderate rain is expected in the northeast and north

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Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) calls for moderate rain in the northeast and north. The weather is expected to remain dry in the southeast/middle-west and south.

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Evento teve participação do ex-ministro Maílson da Nóbrega e do Storyteller Fernando Palácios 

Foto por: Nayara Spina

Foto por: Nayara Spina

A Comerc Energia promoveu o lançamento do livro “ENERGIA, PARCERIA & LIBERDADE” em comemoração aos 15 anos no mercado livre de energia, nesta última quarta-feira, 08/11/2017. O evento contou com a presença de mais de 440 pessoas, incluindo clientes, colaboradores e associados presentes no auditório do condomínio São Paulo Corporate Towers.

O livro, escrito em parceria com o jornalista Milton Leal, conta não só a trajetória e o crescimento da empresa, mas também o contexto do mercado livre e sua evolução durante esses 15 anos de trabalho. O escritor fez mais de 50 entrevistas, com colaboradores da Comerc, especialistas, acadêmicos, consumidores de energia e especialistas do mercado ao longo de quase dois anos.

Foto por: Nayara Spina

Foto por: Nayara Spina

O presidente da empresa, Cristopher Vlavianos, abriu o lançamento com um agradecimento especial pela presença e parceria de todos no decorrer da história da Comerc Energia. Em seguida, Maílson da Nóbrega, ex-Ministro da Fazenda e Conselheiro da Comerc Energia, apresentou as perspectivas para a economia brasileira.

Na sequência, Fernando Palacios, um dos profissionais pioneiros do ramo de Storytelling (“contador de histórias”), ajudou a relatar os melhores momentos da trajetória da Comerc.

O evento terminou com a entrega dos livros a todos os convidados durante o coquetel.

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Aumento de consumo de energia vem crescendo desde junho e já alcança nove dos onze setores monitorados

Já são nove os segmentos com maior consumo de energia em setembro sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Comerc Energia. A média consolidada de onze segmentos (*) indica uma expansão de 2,67% no consumo em setembro, quando comparado ao mesmo período de 2016. O valor é o mais alto registrado nos últimos doze meses, acima, inclusive, dos 2,32% de dezembro (sobre dezembro de 2015).

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Olhando para o comportamento das categorias, mais uma vez, Veículos e Autopeças lideram o aumento de consumo de energia, de 11,79% sobre setembro de 2016. O setor há meses vem registrando altas significativas sobre o mesmo período um ano antes.  A alta no consumo, de fato, está aliada a uma forte expansão da produção. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea), só em setembro, foram manufaturados 236,9 mil veículos, um crescimento de 39,1% sobre as 170,3 mil unidades do mesmo mês de 2016.

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Outro aspecto que merece ser mencionado diz respeito à categoria de Comércio e Varejo na variação mensal entre agosto e setembro deste ano. O segmento lidera o aumento de consumo de energia, com um crescimento de 6,08%. “Isto pode ser parcialmente explicado pelo aumento de calor registrado na região metropolitana de São Paulo, a qual concentra mais de um terço da energia consumida na base de clientes Comerc no segmento”, afirma Vlavianos.

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O executivo lembra que, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as temperaturas máximas registradas na região metropolitana de São Paulo no mês de agosto foram de 22,9º C, ante a 28,7º C, em setembro, um aumento expressivo de quase 5º C. “Como parte importante do consumo de energia do segmento diz respeito ao uso de ar condicionado, essas temperaturas mais altas certamente tiveram um impacto importante tanto no consumo do segmento, como do Índice Comerc Energia como um todo”, complementa.

A mesma categoria de Comércio e Varejo, quando comparamos o consolidado dos meses janeiro a setembro de 2017 frente ao mesmo intervalo de 2016 registra uma queda no consumo de 3,81%, uma tendência oposta ao que se vê na comparação setembro de 2017/setembro de 2016. “Este é mais um sinal de que a influência do clima sobre o mês de setembro é um ponto fora da curva”, comenta Vlavianos.

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O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

(*) OBS.: O Índice Comerc Energia suprimiu a categoria de produtos de Higiene e Limpeza a partir deste mês, que foi incorporada no segmento de Química.

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Maior disponibilidade hidráulica foi um dos motivos para a redução

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 11/11/17 a 17/11/17 diminuiu 0,3%, ficando em R$ 481,66/MWh. O preço se mantém equalizado em todos os submercados do país.

Os principais motivos para a redução do preço foram a maior disponibilidade hidráulica, a redução do custo da energia vinda do Uruguai, além da diminuição da carga.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de novembro de 2017.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia
1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas.
2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de novembro de 2017.

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

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Submercado teve alta de 4,2 pontos percentuais 

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), para a terceira semana de novembro, o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste subiu 0,2 pontos percentuais. Enquanto no Sul, aumentou 4,2 p.p. na capacidade de armazenamento.

Os demais submercados tiveram diminuição. Para o Nordeste, a redução foi de 0,6 p.p., enquanto no Norte foi de 0,7 p.p., apresentando queda mais expressiva.

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Submercado Sul apresentou queda mais expressiva

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a terceira semana de novembro.

No Sudeste/Centro-Oeste, a previsão apresentou uma queda em relação à semana anterior, ficando em 96% da Média de Longo Termo (MLT), enquanto no Sul, a ENA prevista caiu para 114%.

A expectativa de vazões para os submercados Nordeste e Norte apresentaram aumento, chegando a 22% e 50% da média histórica, respectivamente.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Sudeste/Centro-Oeste e Sul devem permanecer secos

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Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

A previsão meteorológica utilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica chuvas moderadas nos submercados Nordeste e Norte. Já no Sudeste/Centro-Oeste e Sul, o tempo deve permanecer seco.

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Free and captive consumers must bear the cost of distribution and transmission fees 

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Aneel, the National Electric Energy Agency, estimates that in 2018 consumers will bear a 35% increase in the Energy Development Account (Conta de Desenvolvimento Energético – CDE). The expected amount of this fee is R$ 17.9 billion, R$ 12.6 billion of which will be paid for by consumers. According to Aneel, this could increase energy bills by an average of 2.15%.

This increase will affect both free and captive energy consumers, as this portion of the CDE applies to the TUSD and TUST fees (distribution and transmission respectively).

The main reasons for the potential increase are the cost of fuel used in thermal plants, and resources set aside for the Social Fee, which benefits low-income consumers.  Also relevant is the subsidy for discounts on distribution and transmission fees (TUSD/TUST) for consumers using energy from incentivized sources.

The proposed budget for the CDE in 2018 is the subject of a public hearing ending November 30.

About the CDE

CDE is a sector fee that is used for several purposes. Among others, it subsidizes energy bills for low-income consumers, provides rate subsidies and is even used to buy part of the fuel used in thermal power plants in the isolated system.

 

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Training provided by Comerc Energia showed solutions in solar energy, energy efficiency and the free market

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Comerc Energia, together with JLL, an international firm providing real estate consulting for commercial buildings, organizes dedicated training on opportunities to reduce energy spending. The most recent event included the mangers of 40 facilities served by JLL.

Marcel Haratz, director of Comerc ESCO and Comerc Solar, and Bruno Cassavia, the commercial head of these areas, presented solutions such as solar energy and energy efficiency projects. “Energy efficiency in lighting and refrigeration alone would reduce the energy used by a commercial building by more than 30%”, said Haratz.

Another theme addressed at the event was the process to migrate to the free energy market. The event was held on October 31, 2017 at the Comerc offices in São Paulo.

Learn more about it.

Comerc Solar designs distributed solar energy projects, and Comerc ESCO designs and implements energy efficiency solutions, focusing on reducing energy use.

If you are interested in this type of training for your organization, please call us at: (11) 3508-3688, or send an e-mail to faleconosco@comerc.com.br.

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This drop in price is the result of more optimistic flow forecasts 

The PLD, or the Price for Settling Differences for the week of November 4 – 10 2017 was set at R$ 483,21/MWh, 9.5% lower than it was last week. The PLD is the same all over the country.

The drop is the result of more optimistic forecasts for flows across the system. Finding higher than expected reservoir levels also helped bring down the PLD.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia
1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week.
2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

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This was the only sub-market with a significant increase

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoirs in the south sub-market went up 7 percentage points, while in the southeast/middle-east, reservoirs also went up, but only 0.3 pp.

In all other sub-markets reservoirs continue to drop. In the northeast, reservoirs dropped 0.5 pp, and in the north 1.6 pp.

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Flow forecasts went up in all sub-markets except the northeast

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in November.

In the southeast/middle-west, flows should be 98% of the long-term average, while in the south they are expected to be 132%. The forecast for the north also increased to 42% of the long-term average.

Flow expectations remain critical in the northeast, or only 20% of the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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Mild rainfall is expected in all sub-markets 

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) calls for weak t moderate rain in all submarkets.

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07
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Consumidores livres e cativos terão que arcar com os custos nas tarifas de distribuição e transmissão

Consumo_2

 

A Agência Nacional de Energia elétrica (Aneel) estima que, em 2018, os consumidores terão que arcar com um aumento de 35% na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O orçamento previsto para o encargo é de R$ 17,9 bilhões, porém a parcela cobrada dos consumidores representa R$ 12,6 bilhões. A mudança pode levar a um acréscimo médio de 2,15% nas tarifas de energia, de acordo com a Aneel.

A alta deve afetar todos os consumidores de energia – cativos e livres –, pois essa parcela da CDE é aplicada às tarifas de distribuição e transmissão (TUSD/TUST).

Os principais motivos do possível aumento são os gastos com combustíveis usados nas termelétricas, além dos recursos destinados à Tarifa Social, que beneficia consumidores de baixa renda.  Outro item relevante é o subsídio a descontos nas tarifas de distribuição e transmissão (TUSD/TUST) para consumidores de fontes incentivadas.

A proposta de orçamento para a CDE de 2018 ficará em audiência pública até 30 de novembro.

Sobre a CDE

A CDE é um encargo setorial que tem diversas finalidades, desde subsidiar a conta de energia dos consumidores de baixa renda, subsídios tarifários, até compra de combustível usado em usinas termelétricas do sistema isolado, entre outros.

 

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Treinamento da Comerc Energia apresentou soluções em energia solar, eficiência energética e mercado livre

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A Comerc Energia, em parceria com a JLL, empresa multinacional que oferece consultoria imobiliária para imóveis comerciais, realizou um treinamento exclusivo sobre oportunidades de redução de custos com energia. O encontro contou com a presença de 40 gerentes de empreendimentos atendidos pela JLL.

Marcel Haratz, diretor da Comerc ESCO e Comerc Solar, e Bruno Cassavia, responsável comercial das áreas, apresentaram soluções como a instalação de projetos solares e de eficiência energética. “Só com eficiência energética em sistemas de iluminação e refrigeração, um edifício comercial pode reduzir mais de 30% de todo o seu consumo de energia”, afirma Haratz.

Outro tema abordado foi o processo de migração para mercado livre de energia. O evento ocorreu em 31/10/17, no escritório da Comerc, em São Paulo.

Saiba mais

A Comerc Solar estrutura projetos de geração solar distribuída e a Comerc ESCO desenvolve e implanta soluções de eficiência energética, com foco na redução do consumo de energia elétrica.

Caso tenha interesse em realizar um treinamento, entre em contato conosco pelo número: (11) 3508-3688 ou pelo e-mail faleconosco@comerc.com.br.

 

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07
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O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 04/11/17 a 10/11/17 caiu para R$ 483,21/MWh, uma queda de 9,5% em relação à semana anterior. O preço se mantém equalizado em todos os submercados do país.

A redução foi influenciada pela previsão mais otimista de vazões no sistema. Além disso, o fato da verificação dos níveis dos reservatórios estar acima do previsto também contribuiu para a redução do PLD.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de novembro de 2017.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia
1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas.
2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de novembro de 2017.

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

 

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Submercado foi o único com aumento expressivo

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), na segunda semana de novembro, o nível dos reservatórios do submercado Sul aumentou 7 pontos percentuais (p.p). O Sudeste/Centro-Oeste teve alta mais discreta, de 0,3 p.p. na capacidade de armazenamento.

Já nos outros submercados, os níveis continuam caindo. No Nordeste, houve diminuição de 0,5 p.p. e, no Norte, a queda foi um pouco mais expressiva, de 1,6 p.p.

 

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07
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Todos os submercados tiveram alta nas projeções, com exceção do Nordeste

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Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para novembro.

No Sudeste/Centro-Oeste, a ENA prevista é de 98% da Média de Longo Termo (MLT), enquanto no Sul é de 132%. A previsão para o  submercado Norte também aumentou, para 42% da média histórica.

Já a expectativa de vazões para o Nordeste continua em cenário mais crítico, em apenas 20% da média histórica.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

 

 

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07
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Todos os submercados continuam com chuvas fracas 

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Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

A previsão meteorológica utilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica que as chuvas devem permanecer fracas e moderadas em todos os submercados.

 

 

 

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03
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Red Level 2 will go from R$ 3,50 to R$ 5,00 per 100 kWh used

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Aneel, Brazil’s National Electric Energy Agency, approved the increase in the value of the Level 2 Red rate flag. This is a 42.8% adjustment in the amount added on to light bills because of the rate flags, and should remain unchanged to the end of the year.

Lack of water in hydro plant reservoirs is one reason that led to the increase in the value of the Level 2 Red flag. The goal is to avoid a shortage of funds that could lead to an even larger increase in captive consumer rates in 2018.

The value of the yellow flag will also change, however unlike the red flag, it will decrease from R$ 2,00 to R$ 1,00 per 100 kWh used.

Changes in Methodology

In addition to reviewing the value of these flags, which will become effective immediately, the government has announced Public Hearings to discuss a proposed change in how the rate flags are calculated. The objective of the new methodology is to include the hydrology risk in the decision to activate the flags.

The last day to contribute to the Public Hearing is December 11, 2017. Depending on the outcome of these hearings, rate flags may change even further.

Criteria for triggering rate flags

The rate flag system has been in force across the country since 2015 to inform captive consumers of additional distributor costs, which are passed along in the calculations one year after the fact.

Hydro power is the main source of electricity in Brazil. Therefore, low rainfall and a drop in reservoir levels means that thermal plants must be switched on. These plants burn fuel such as coal, natural gas, fuel oil and the like, and are more expensive to run.

Rate flags let consumers know of what is going on in the electricity industry, and help them adapt their use and lower their light bill.

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03
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The PLD will remain at the ceiling in the first week of November

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of October 31 – November 3, 2017 remained at the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, which is R$ 533,82/MWh. The PLD is the same all over the country.

Reservoir levels remain below expectations, helping keep this value up. Also, starting in the 2nd week of November, the load on the National Integrated System (SIN) is expected to increase, further aggravating the situation.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia
1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week.
2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of November 2017.

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Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

 

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03
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NE reservoirs are at 6% of their storage capacity

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

 

According to data provided by the National System Operator, in late October, reservoirs in the northeast were the lowest in the country – just 6% of their capacity, the lowest level in the past 18 years. The situation is also bad in the southeast/middle-west, where reservoirs are at only 18% of capacity.

In the north, reservoirs are at the 2nd lowest level since 2000, or 22%.

Reservoirs in the south are at 46% of their capacity, the 4th lowest in recorded history. 

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03
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In the northeast, the flow is only expected to be 22% of the long-term average

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Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, disclosed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in November.

Except for the south, monthly forecasts are below the long-term average across the country. In the south the monthly forecast is for 112% of the long-term-average.

In the north and northeast, flow forecasts are 40% and 22% of the long-term average respectively, and in the southeast/middle-west 72% of the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

 

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Weak rain is expected in all sub-markets 

The weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for weak rain in all submarkets.

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Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

 

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Bandeira vermelha Patamar 2 passará de R$ 3,50 a R$ 5,00 para cada 100 kWh consumidos.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o aumento na cobrança máxima das bandeiras tarifárias. Com a mudança, o valor extra cobrado nas tarifas de energia terá reajuste de 42,8% e deve se manter até o final do ano.

O cenário desfavorável das usinas hidrelétricas é um dos motivos que levou ao aumento da bandeira vermelha patamar 2. O objetivo da mudança é evitar uma insuficiência de recursos, que poderia levar a um reajuste maior nas tarifas cativas em 2018.

A bandeira amarela também sofrerá uma alteração. Porém, diferentemente da vermelha, terá uma diminuição, de R$ 2 para R$ 1 adicional a cada 100 kWh consumidos.

Mudança na metodologia

Além da revisão dos valores, que passa a valer imediatamente, o governo colocou em Audiência Pública uma proposta de mudança na metodologia das bandeiras tarifárias. O objetivo é considerar o custo do risco hidrológico na decisão de acionamento das bandeiras.

As contribuições para a Audiência serão recebidas até 11/12/17. A partir dos resultados, poderá haver novas mudanças nos valores das bandeiras.

Critério para acionamento das bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias passou a vigorar em todo o país em 2015, com o intuito de informar ao consumidor cativo os custos excedentes das distribuidoras, que são incluídos no cálculo um ano depois de ocorridos.

A geração hidrelétrica é a principal fonte de energia no País. Dessa forma, com a diminuição dos níveis dos reservatórios por conta da falta de chuvas, é necessário contratar energia de usinas térmicas. Essas geradoras funcionam por meio da queima de combustíveis (como carvão, gás natural, óleo combustível, etc) e, consequentemente, são mais caras.

Portanto, as bandeiras tarifárias permitem informar a situação do cenário elétrico aos consumidores, fazendo com que tenham mais chances de adaptar o consumo e reduzir a conta de luz.

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Valor máximo se mantém para a primeira semana de novembro

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 31/10/17 a 03/11/17 permanecerá em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço se mantém equalizado em todos os submercados do país.

A verificação dos níveis dos reservatórios continuou abaixo do previsto, contribuindo para a permanência do valor elevado. Além disso, a expectativa de aumento da carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), a partir da 2ª semana de novembro, também contribuiu para o aumento do valor.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de novembro de 2017.

 

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Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

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Submercado encerra o mês com 6% de sua capacidade de armazenamento

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FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

De acordo com os dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), o submercado Nordeste terminou outubro com o nível mais baixo de todo o país, com apenas 6% da capacidade, o menor dos últimos 18 anos para o período. O Sudeste/Centro-Oeste, também em situação desfavorável, finalizou o mês com apenas 18%.

No submercado Norte, o armazenamento verificado é o 2º pior do histórico desde o ano 2000, ficando com 22%.

Já no Sul, o nível ficou em 46% da capacidade, o 4º pior nível do histórico.

 

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Submercado Nordeste tem apenas 22% de projeção

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para novembro.

A previsão mensal está abaixo da média histórica em todos os submercados, com exceção do Sul, que deve ter vazões equivalentes a 112% da Média de Longo Termo (MLT).

Já no Nordeste e Norte, a ENA prevista é de 22% e 40% da MLT, respectivamente. Enquanto o Sudeste/Centro-Oeste tem previsão de 72% de sua capacidade.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

 

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Chuvas fracas devem atingir todos os submercados 

A previsão meteorológica utilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica chuva fraca a moderada para todos os submercados.

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Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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An energy efficiency project reduces the amount of energy used to light up the outside of Teatro Amazonas by 82%

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In this 50th anniversary of the Manaus Free Trade Zone, Comerc Energia and GE Current have lit up Teatro Amazonas, the most important historical building in the Amazon capital. A joint effort by both companies designed an energy efficiency project that reduced the amount of energy used for outside lighting by about 82%, replacing 120 standard lamps with LEDs. This translates into annual savings of at least R$ 22 thousand in the theater’s energy bill. The side halls, dome and gardens benefitted from the project, which increased the amount of light shining on the façades and areas next to the building. The lighting is turned on at 6:30 pm each day, and switched off at 5:30 am the next day.

In addition to using less energy, the LED lamps provide 15% more light. The technology used to light the theater has other advantages. For example, lamps don’t need to be changed as often, as they last an average of 30 to 50 thousand hours, compared to 20 thousand for the older lamps.  The lifetime of the lamps installed allows GE Current to offer warranties of 3 to 5 years, depending on the specific model.

Paying Tribute to the City

“We wanted to pay tribute to the city, and this was the most natural choice possible,” said Cristopher Vlavianos, CEO of Comerc Energia, which has had a presence in Manaus since 2016. “The theater is the most iconic postcard in Manaus” he added.

“What we did for Teatro Amazonas shows the strength of the synergy between our companies, which focuses not only on energy efficiency, but also in increasing visual quality by installing LED lighting for our clients. That was our proposal for this iconic historical building in the Amazon capital,” said Ricardo Rezende, Brazil Sales Manager for GE Current.

Opera in the Forest

Teatro Amazonas was inaugurated in 1896, and is considered the most beautiful icon of the Amazon rubber cycle. The idea was to bring the best of international opera to the forest. It took 12 years to build, at the height of the economic boom in that city.

We call attention to the striking mosaic that covers the dome, made up of 26 thousand golden tiles that remind one of the Brazilian flag. Inside, a huge chandelier made of Venetian crystals hangs from the domed ceiling.

Noble Materials Cross the Atlantic

Construction of the most famous building in Manaus spared no expense, and the best materials were imported from as far away as Europe, 8.5 thousand km away. Materials include Carrara marble and Murano glass from Italy. The almost two hundred light fixtures also came from Italy, the tiles came from the Alsace region of France, and the steel from Glasgow.

It was used as the scenario for famous scenes from Werner Herzog’s movie Fitzcarraldo (1982). The 700-seat theater is used to this day. It is the home of the Amazon Philharmonic and hosts shows of all sorts.

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Low reservoir levels drive up prices in all sub-markets 

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of October 21 – 27 2017 remained at the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, which is R$ 533,82/MWh. The PLD has been uniform across the country and has been the Aneel ceiling since September 9 of this year.

The high PLD is the result of expected low reservoir levels and continued low rainfall.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of October 2017.

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Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

 

 

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In the southeast/middle-west reservoirs dropped 5 percentage points

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Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator, reservoir levels dropped in the southeast/middle-west, northeast and north.

In the southeast/middle-west, reservoirs dropped five percentage points, from 24% to 19% of their storage capacity.

In the northeast they dropped 2.1 points, from 9.2% to 7.1%.

In the north, reservoir levels dropped a whopping 8.7 percentage points, from 32.3% to 23.6%.

In the south, they went up 87 percentage points.

Reservoirs across the country remained below 50% capacity all month.

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Apart from the south, the monthly affluent natural energy dropped in all sub-markets.

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Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the last week of October.

The only sub-market where flow expectations did not change is the northeast, where flows should be 21% of the long-term average.

The ONS has reduced flow expectations for the southeast/middle-west and north by 4% and 1% respectfully, ending the month at 64% and 51% of the long-term average.

Flow expectations increased only in the south – 12 percentage points, and should end the month with flows around 81% of the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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The weather in the north and northeast should remain dry

The weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for weak to moderate rain in the southeast/middle-west and south. In the north and northeast, the weather should be dry.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

 

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Projeto de eficiência energética reduz 82% o consumo de energia da iluminação externa do Teatro Amazonas

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Fonte: Manaus Potencial Turístico.

No ano em que a Zona Franca completa 50 anos, a Comerc Energia e a GE Current levam mais brilho ao Teatro Amazonas, principal marco histórico da capital amazonense. Uma ação conjunta das duas empresas desenvolveu um projeto de eficiência energética que reduziu o consumo de eletricidade nas luminárias externas do teatro em 82%, ao substituir 120 lâmpadas por outras, de tecnologia a LED. Esse montante equivale a uma economia mínima de R$ 22 mil anuais na conta de luz da instituição. Halls laterais, cúpula e jardins foram todos beneficiados pelo projeto que trouxe mais luz às fachadas e áreas adjacentes ao edifício, que são iluminadas diariamente, das 18h30 às 5h30 da manhã seguinte.

Além de um menor consumo de energia, os pontos com LED agora têm uma luminosidade até 15% maior. A tecnologia adotada também apresenta outras vantagens, como a menor necessidade de manutenção das lâmpadas, cuja vida útil média varia de 30 mil a 50 mil horas – versus as 20 mil horas da tecnologia anterior.  A longevidade das luminárias instaladas, aliás, permite à GE Current oferecer garantia de 3 a 5 anos, conforme o modelo do produto usado.

Homenagem à cidade

“Quando pensamos em homenagear a cidade, essa foi a escolha mais natural possível”, comenta Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia, empresa que atua em Manaus desde 2016. “O teatro é o cartão postal mais emblemático da cidade”, explica ele.

“Esta ação no teatro de Manaus mostra a sinergia existente entre nossas empresas, que visa, além da eficiência energética, levar qualidade visual por meio da adoção do LED para nossos clientes. Esta foi a nossa proposta para este patrimônio, que é um emblemático cartão postal da capital do Amazonas”, afirma Ricardo Resende, Gerente de Vendas Brasil da GE Current.

Ópera na floresta

O Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, é o mais belo ícone do ciclo da borracha e levou 12 anos para ser construído, em um momento histórico em que Manaus vivia um ápice econômico e buscava trazer para o interior da floresta o melhor da ópera internacional.

Chama a atenção o fascinante mosaico da cúpula do teatro, formado por 36 mil azulejos decorados, aludindo à bandeira brasileira. No seu interior, no centro de um teto abobadado, pende-se um imponente lustre dourado com cristais venezianos.

Materiais nobres cruzaram o Atlântico

No mais famoso edifício de Manaus não foram economizados materiais nobres, importados de distâncias superiores a 8,5 mil quilômetros, provenientes da Europa, a exemplo de mármore de Carrara e vidros de Murano. Da mesma forma, quase duas centenas de lustres são de origem italiana, as telhas vieram da Alsácia e o aço é proveniente da cidade escocesa de Glasgow.

Cenário para uma das famosas cenas do filme Fitzcarraldo (1982), de Werner Herzog, esta imponente casa amazonense, capaz de receber mais de 700 pessoas, continua viva e atuando. Hoje, abriga a Orquestra Filarmônica do Amazonas, além de espetáculos de várias naturezas.

 

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Baixo nível dos reservatórios impactou na alta do preço em todos os submercados 

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 21/10/17 a 27/10/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço se mantém equalizado em todos os submercados e está no limite desde 09/09/17.

A alta continua relacionada à previsão de baixo nível dos reservatórios, além da redução da disponibilidade hidráulica que também contribuiu para manter o PLD elevado.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de outubro de 2017.

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

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Sudeste/Centro-Oeste teve diminuição de 5 pontos percentuais

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FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a última semana de outubro apresentou queda no nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

Desde a primeira semana do mês, o Sudeste/Centro-Oeste teve queda de 5 pontos percentuais (pps), passando de 24% para 19% de sua capacidade de armazenamento.

O Nordeste sofreu diminuição de 2,1 pps, caindo de 9,2% para 7,1%.

Já o Norte, com queda mais expressiva, passou de 32,3% para 23,6%, no total 8,7 pontos percentuais.

O Sul foi o único submercado que apresentou aumento, de 8,4 pps, com 44,7% no total.

Durante todo o mês, os índices mantiveram-se abaixo da metade da capacidade de armazenamento em todos os submercados.

 

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Todos os submercados tiveram redução na previsão, com exceção do Sul

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Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a última semana de outubro.

Em relação à semana anterior, apenas o submercado Nordeste não apresentou oscilação, permanecendo em 21% da Média de Longo Termo (MLT).

Já o Sudeste/Centro-Oeste e o Norte tiveram, respectivamente, diminuição de 4% e 1% nas estimativas do ONS e devem terminar o mês em 64% e 51% da média histórica.

Somente o Sul apresentou alta na projeção, com aumento de 12 pontos percentuais. O submercado deve finalizar o mês com vazões equivalentes a 81% da MLT.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Submercados Norte e Nordeste continuam com tempo seco

A previsão meteorológica utilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica chuva fraca a moderada para os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul. Já no Norte e Nordeste, o tempo deve permanecer seco.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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Energy savings brought on by daylight savings time have been dropping over the years

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The growing use of air conditioning in several parts of the country has changed the time of peak energy use. The official peak time used by the government remains 7 – 9 pm, but an analysis of the pattern of use in recent years shows this is no longer the case. While in 2006 peak energy use was at 7 pm, it is now closer to 2 pm. Energy use still drops when daylight savings time is in force, but this measure is designed not only to save energy, but also to reduce the overload during peak times. This goal has suffered now that the peak energy use is in the middle of the day, when it is hottest.

“Natural lighting is no longer as large an influence on energy use as it used to be. Air conditioning has become the villain, which explains the change in peak time to early afternoon,” said Marcel Haratz, Director of Comerc ESCO, the energy efficiency unit of Comerc Energia.

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Source: Comerc Energia study

About daylight savings

The Ministry of Mines and Energy (MME) chose to implement daylight savings time once again this year. Before making the announcement, the government considered no longer using daylight savings time, as it has become less and less important over the years.

According to the National System Operator (ONS), savings from daylight savings in 2016/17 was 190 MWavg in the southeast/middle-west. This is equivalent to a 0.4% increase in water stored in reservoirs owned by hydro-plants in this sub-market.

 

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This is the sixth consecutive week in which the PLD has been the same in all sub-markets

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of October 14 – 20 2017 remained at the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, which is R$ 533,82/MWh. The PLD is at the highest level in all sub-markets for the sixth consecutive week.

The PLD is mainly the result of lower than expected reservoir levels. Furthermore, the amount of thermal energy available is lower than expected, and the Variable Unit Cost of these plants has increased.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of October 2017.

 

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Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

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Reservoirs in the north dropped 3.3 percentage points once again the largest drop

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Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the third week of October dropped slightly across the country.

Reservoirs in the southeast/middle-west and northeast sub-markets dropped 1.8 and 0.5% respectively. Reservoirs in the north dropped 3.3 percentage points, more than any other sub-market.

The south is the only one of the sub-markets in the country where reservoir levels increased – 7.6 percentage points.

All sub-markets are below 50% of their hydro-plant storage capacity.

 

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The sharpest drop is expected in the south – 11 percentage points

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Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the third week of October.

Compared to the previous week, the monthly forecast increased in the south and north by 5.0 and 1.0 percentage points respectively.

Flow forecasts for the southeast/middle-west and northeast dropped 11.0 and 5.0 percentage points respectively.

The monthly forecast for affluent natural energy remains below the long-term average in all submarkets.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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The weather remains dry in the north and northeast

The weather forecast used by the National System Operator has not changed from last week. The weather should be dry in the north and northeast. Weak to moderate rainfall is expected in the Paranapanema river basin and the incremental Itaipu region in the southeast/middle-west. The Jacuí, Uruguai and Iguaçu basins in the south will also get rain.

 

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Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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Redução de consumo no horário de verão vem diminuindo ao longo dos anos

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O crescente uso de ar-condicionado em diversas regiões do país alterou o horário de pico do consumo de energia. O horário de pico oficial considerado pelo governo ainda é das 19h às 21h, mas uma análise do padrão de consumo dos últimos anos revela uma mudança. Enquanto a alta de consumo em 2006 ocorria às 19h, atualmente ocorre próximo das 14h. Ainda é possível notar redução no consumo no horário de verão, mas, além da economia, a medida procura diminuir a sobrecarga que acontece no sistema nos horários de pico. Esse objetivo fica prejudicado quando percebemos que o pico agora ocorre no meio do dia, quando faz mais calor.

“A iluminação natural não tem mais influenciado tanto no consumo de energia no país. Nos últimos tempos, o grande vilão tem sido o uso do ar-condicionado, o que explica o deslocamento do horário de pico para o início da tarde”, explica Marcel Haratz, Diretor da Comerc ESCO, unidade de eficiência energética da Comerc Energia.

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Fonte: Estudo Comerc Energia

 

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Preço está equalizado em todos os submercados pela sexta semana consecutiva

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 14/10/17 a 20/10/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que se mantém equalizado em todos os submercados, está no limite pela sexta semana consecutiva.

A manutenção do PLD está atrelada à verificação dos níveis dos reservatórios do sistema abaixo do previsto na semana passada. Além disso, houve redução de disponibilidade térmica e aumento no Custo Variável Unitário (CVU) dessas usinas.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de outubro de 2017.

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

 

 

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Norte segue com diminuição mais expressiva, de 3,3 pontos percentuais

 

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a terceira semana de outubro apresentou discreta queda no nível dos reservatórios de quase todos os submercados.

Os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste tiveram diminuição de, respectivamente, 1,8% e 0,6% de suas capacidades de armazenamento. No Norte, a diminuição foi mais expressiva, de -3,3 pontos percentuais.

O submercado Sul foi o único que apresentou aumento, de 7,6 pontos percentuais.

Todos os submercados estão índices abaixo da metade de suas capacidades de armazenamento.

 

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Submercado Sudeste/Centro-Oeste tem queda de 11 pontos percentuais

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a terceira semana de outubro.

Em comparação com a semana passada, a previsão mensal apresentou aumento nos submercados Sul e Norte, de cinco e um ponto percentual, respectivamente.

O Sudeste/Centro-Oeste e o Nordeste tiveram queda de 11 e cinco pontos percentuais.

Em todos os submercados, a previsão mensal segue abaixo da média histórica.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

 

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Submercados Norte e Nordeste seguem com tempo seco

A previsão meteorológica utilizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) se manteve igual à semana anterior. O tempo deve continuar seco nos submercados Norte e Nordeste. Chuvas de intensidade fraca a moderada devem chegar à bacia do Paranapanema e ao trecho incremental a Itaipu no Sudeste/Centro-Oeste, assim como às bacias dos rios Jacuí, Uruguai e Iguaçu, no Sul.

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Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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Automotive OEMs and autoparts manufacturers lead this trend, and are using 8.53% more energy than they did a year ago

Eight industries are using more energy this year than they did a year ago. The August Comerc Energy Index shows an average 1.82% increase in energy use compared to the same month last year. If we compare the twelve-month period ending in July, energy use in 2017 was 2.57% higher than in 2016.

“Slowly, over the past three months, more and more industries have upped their energy use,” said Cristopher Vlavianos, CEO of Comerc Energia. “By June of this year, six of the twelve industries we monitor were already using more energy than they did a year ago, by July this had increased to seven, and by August there were eight,” added the executive.

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Month by month

 The Comerc Index shows that gradually, month by month, energy use among the twelve industries monitored is recovering. For the second consecutive month the index shows energy use increasing. This is quite a change compared to June, when energy use dropped 1.4%, or April, when it dropped a whopping 6.75%.

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Automotive OEMs and Autoparts

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This is the second time this year that automotive OEMs and autoparts manufacturers increased their energy use – 8.53% between August 2016 and 2017. This variation is in line with the numbers disclosed by Anfavea, the National Association of Automotive Vehicle Manufacturers. According to Anfavea, 260.3 thousand vehicles were produced in August, which is 45.7% more than the 178.7 thousand produced in August 2016.

On the other hand, energy use by Hygiene and Cleaning product manufacturers dropped 5.78% between August 2016 and 2017. “While this is significant, it must be put into context. When we compare energy use between January and August of both years, we find a 1.49% increase in 2017, so the dip in August is clearly an outlier,” said Vlavianos.

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Vlavianos explained that August 2016 was when the Olympic Games were being held in Brazil, with 1.17 million tourists, 410 thousand of them from other countries, visiting the country and spending money, especially in the Southeast. Official data shows that Brazilian tourists spent an average of R$ 310,00 each day, while foreign visitors spent around R$ 424,00. “This August there were no games, which could explain the dip in energy use in this particular segment. It important to bear in mind that health and hygiene products are among the most susceptible to fluctuations in the GDP, and energy use goes along with this,” added the CEO of Comerc Energia.

The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in its portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free market.

 

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The PLD is R$ 533,82/MWh in all sub-markets

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of October 7 – 13 2017 remained at the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, which is R$ 533,82/MWh. The PLD is at the highest level in all sub-markets for the fifth consecutive week.

In addition to finding that system reservoir levels are below what had been forecast last week, the amount of thermal energy available dropped and the Variable Unit Cost went up, which helped keep the PLD at the highest allowed level.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

PLD_2nd week

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of October 2017.

 

PLD

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

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Reservoirs in the north dropped 3.3 percentage points

 

Reservoirs Levels

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the second week of October dropped across the country.

The most significant drop was in the north – 3.3 percentage points. Reservoirs in that sub-market are at 29% of capacity.

In the southeast/middle-west reservoirs dropped 1.5 percentage points. There, reservoirs are at only 22.5% of their capacity.

Reservoirs in the south and northeast dropped 0.8 percentage points, and are now at 35.5% and 8.4 % of capacity respectively.

Across the country reservoir levels dropped because of low rainfall.

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Flows will drop 5 percentage points in the northeast and north

ENA Montlhy

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the month of October.

The monthly forecast remained unchanged this week remained unchanged only in the southeast/middle-west, stabilizing at 79% of the long-term average.

In the south it increased 11 percentage points to 64% of the long-term average, while in the northeast and north it dropped 5 percentage points to 26% and 51% of the long-term average respectively.

The monthly forecast for affluent natural energy remains below the long-term average in all submarkets.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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The weather remains dry in the north and northeast

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the north and northeast will be dry. Weak to moderate rainfall is expected in the Paranapanema river basin and the incremental Itaipu region in the southeast/middle-west. The Jacuí, Uruguai and Iguaçu basins in the south will also get rain.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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Setor de Veículos e Autopeças lidera o ranking de doze segmentos e consome 8,53% a mais do que há um ano

Oito setores já consomem mais energia em 2017 do que há um ano. O Índice Comerc Energia de agosto indica um aumento médio de 1,82% sobre o mesmo mês doze meses antes. Em relação a julho de 2017 também há o registro de um aumento no consumo de energia, um pouco maior, de 2,57%.

“Vemos que, nos últimos três meses, paulatinamente, mais setores da economia passam a consumir mais energia do que há um ano”, frisa Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia. “Das 12 categorias que acompanhamos, em junho eram 6 setores que consumiam mais energia que doze meses antes; em julho foram 7 e, agora, em agosto são 8”, detalha o executivo.

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Mês a mês

O Índice Comerc indica uma recuperação gradual do consumo de energia entre as doze categorias monitoradas mês a mês. Nessa série, pelo segundo mês consecutivo, o resultado aponta para um aumento no consumo de energia. Nada comparável a junho, quando o consumo encolheu 1,4%, ou em abril, quando o recuo chegou a expressivos 6,75%.

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Veículos e Autopeças

Chama a atenção, pela segunda vez neste ano, o acentuado aumento de consumo do setor de Veículos de Autopeças, ou 8,53% em agosto sobre o mesmo mês no ano passado. Essa variação está em linha com os números divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a entidade, no oitavo mês do ano a produção de veículos fechou em 260,3 mil unidades, um crescimento de 45,7% sobre as 178,7 mil do mesmo mês do ano anterior.

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No sentido contrário, Higiene e Limpeza usou menos 5,78% energia em agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. “O dado é significativo, mas vale contextualiza-lo. Quando os resultados do setor no acumulado do ano janeiro a agosto de 2017 são comparados aos resultados do acumulado do ano janeiro a agosto de 2016 nota-se há um crescimento no consumo de energia de 1,49% no mesmo segmento de Higiene e Limpeza, o que indica que a variação (negativa) de agosto é um fenômeno pontual”, ressalta Vlavianos.

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Vlavianos frisa que, há um ano, agosto coincidia com os Jogos Olímpicos, quando 1,17 milhão de turistas viajavam pelo país, dos quais 410 mil eram estrangeiros, movimentando a economia – principalmente no Sudeste – com gastos médios diários entre R$ 310 (brasileiros) e R$ 424 (estrangeiros), segundo dados oficiais divulgados na época. “Este ano de 2017, agosto não contou com esse fator, o que pode explicar, em parte, a queda no consumo de energia neste segmento específico. É importante termos em mente que os produtos de higiene e limpeza estão entre os mais sensíveis às oscilações do PIB e o consumo de energia na sua produção acompanha essas variações”, pondera o presidente da Comerc Energia.

O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

 

 

 

 

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Preço está equalizado em R$ 533,82/MWh para todos os submercados

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 07/10/17 a 13/10/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que se mantém equalizado em todos os submercados, está no limite pela quinta semana consecutiva.

Além da verificação dos níveis dos reservatórios do sistema abaixo do que era previsto na semana passada, houve redução de disponibilidade térmica e aumento no Custo Variável Unitário (CVU) dessas usinas, influenciando na permanência do preço em seu valor máximo.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Norte tem diminuição mais expressiva, de 3,3 pontos percentuais

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a segunda semana de outubro apresentou discreta queda no nível dos reservatórios de todos os submercados.

A diminuição mais expressiva ocorreu no Norte, de -3,3 pontos percentuais, apresentando 29% da capacidade de armazenamento de seus reservatórios.

No Sudeste/Centro-Oeste, a redução de -1,5 pontos percentuais e o nível de seu reservatório também segue abaixo da metade de sua capacidade, com 22,5% de armazenamento.

Os submercados Sul e Nordeste, tiveram queda de -0,8 ponto percentual, apresentando 35,5% e 8,4% de seus armazenamentos, respectivamente.

Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência do regime de chuvas e todos os submercados.

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Submercados Nordeste e Norte apresentaram queda de cinco pontos percentuais

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para outubro.

Em comparação com a semana passada, a previsão mensal manteve-se igual apenas para o submercado Sudeste/Centro-Oeste, estabilizando-se em 79% da média histórica.

O Sul teve aumento de 11 pontos percentuais, subindo para 64% da Média de Longo Termo (MLT), enquanto o Nordeste e o Norte tiveram queda de -5 p.p, apresentando, respectivamente, 26% e 51% da MLT.

Em todos os submercados, a previsão mensal segue abaixo da média histórica.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Submercados Norte e Nordeste seguem com tempo seco

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve continuar seco nos submercados Norte e Nordeste. Chuvas de intensidade fraca a moderada devem chegar à bacia do Paranapanema e ao trecho incremental a Itaipu no Sudeste/Centro-Oeste, assim como às bacias dos rios Jacuí, Uruguai e Iguaçu, no Sul.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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The lecture showed USP and UFSCar students the career opportunities available in the free energy market

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Comerc Energia was part of the III Electrical Engineering Integration Week (Semana de Integração da Engenharia Elétrica – SIEEL) organized by USP, the University of São Paulo, and UFSCar, the Federal University of São Carlos. In addition to sponsoring the event, held between September 25 and 29 of this year in São Carlos, Comerc also participated in series of lectures offered to students.

Comerc Quality Assurance engineer Luna Boufleur presented the career opportunities available in the free energy market. “I am very satisfied working in this market, which does so much for the nation’s economy. This is why I like to show tell students the things I wish I had known about this while I was still in school,” she added.

In addition to her work in the free energy market, Luma also talked about themes such as energy efficiency and natural gas management. “Today there is a lot of room for engineers to work with service providers. For example, almost 70% of the interns at Comerc Energia are engineering students. This is an interesting development, and opens up a wealth of career options for these students.” According to SIEEL Chair Maria Luisa Chiconello, the theme was well addressed and generated curiosity among students, as it is not well disclosed within the university.

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09
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The price of energy will increase R$ 3,50 per 100 KWh in October

Bandeiras

In October, captive consumers will pay an additional R$ 3,50 per 100 kWh used. The rate flag was set at Level 2 Red because of higher generating costs due to low rainfall across the country. In a scenario of unfavorable hydrology, thermal plants, which cost more to run, are switched on. Level 2 Red was created in January 2016, but has never been used before.

This decision was made by Aneel, the National Electric Energy Agency, which stated that “even though there is no risk of blackouts, we must take measures to fight waste and ensure responsible energy use.”

 

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09
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The ceiling is in effect in all sub-markets

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of September 30 October 6 2017 was set at R$ 533,82/MWh in all sub-markets, which is the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency.

The PLD is the same across the country, and is at the ceiling for the fourth consecutive week.

Although this week the Integrated National System (SIN) should see higher rainfall and increased use of thermal plants, driving down the marginal cost of operation, the PLD has been kept at the ceiling.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

grafico_2

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of October 2017.

 

PLD

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

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09
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All reservoirs are below the levels measured in the same week of 2016

GRAFI_SETP

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in September are below the levels of the same month in 2016 in all sub-markets.

In the southeast/middle-west, south and north, they are the second lowest in the past 18 years. In the northeast, reservoirs are the lowest they have been in 18 years, or 9% of their capacity.

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09
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The National System Operator has published its forecast for all sub-markets

grafico_ena

Source: National System Operator (ONS)

The National System Operator (ONS), reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy for October. The forecast affluent natural energy remains below the long-term average in all submarkets.

The southeast/middle-west is in a more comfortable situation, and flows in that region should be 79% of the long-term average, followed by the north and south, at 56% and 53% respectively. Projections for the northeast are dire – 31% of the long-term average only.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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09
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The weather will remain dry in the north and northeast

Weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for dry weather in the north and northeast. Moderate rain is expected in the southeast/middle-west and south.

Source: Center for Climate Studies and Weather Forecasting/National Institute for Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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Palestra apresentou oportunidades de carreira no mercado livre de energia para estudantes da USP e da UFSCar

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A Comerc Energia marcou presença na III Semana de Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL), organizada pela Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Além de patrocinar o evento, realizado de 25/09/17 a 29/09/17, em São Carlos, a empresa participou do ciclo de palestras para estudantes.

A engenheira Luma Boufleur, que atua na área de Garantia da Qualidade da Comerc, apresentou as diversas possibilidades de carreira para profissionais do ramo no mercado livre de energia. “Eu me sinto muito realizada trabalhando nesse mercado, que colabora tanto com a economia do País. Por isso, procurei transmitir para os estudantes tudo o que eu gostaria de ter conhecido sobre esse assunto quando ainda estava na faculdade”, explica a executiva.

Além das áreas de atuação no mercado livre, Luma também apresentou setores como eficiência energética e gestão de gás natural. “Hoje, existe muito espaço para os engenheiros em setores de prestação de serviços. Na Comerc Energia, por exemplo, quase 70% dos estagiários cursam engenharia. Esse movimento é interessante e abre o leque de opções de escolha de carreira para esses estudantes”, completa. De acordo com Maria Luisa Chiconello, Presidente da SIEEL, “o tema em si foi bem abordado e gerou curiosidade, por ser algo ainda pouco difundido na realidade da universidade”.

 

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Em outubro, preço da energia aumentará R$ 3,50 a cada 100 KWh

Bandeiras                          

Em outubro, as tarifas de energia do mercado cativo terão acréscimo de R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos. O acionamento da bandeira tarifária vermelha (patamar 2) deve-se ao aumento do custo da geração de energia elétrica por conta da falta de chuvas. Em um cenário de hidrologia desfavorável, é necessário acionar usinas térmicas, que custam mais caro. Desde janeiro de 2016, quando foi instaurado o patamar 2 da bandeira vermelha, foi a primeira vez que o preço atingiu esse limite.

A decisão foi da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que afirmou que “ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício”.

                                                

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03
10
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Valor máximo está equalizado em todos os submercados do país

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 30/09/17 a 06/10/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que se mantém equalizado em todos os submercados, está no limite pela quarta semana consecutiva.

Apesar da expectativa de maiores afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e a maior disponibilidade de usinas térmicas, que influenciaram na redução do Custo Marginal da Operação (CMO) para essa semana, o PLD continua em seu valor máximo.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Todos os reservatórios estão com armazenamentos abaixo do verificado no mesmo período de 2016 

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FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios verificados em setembro de 2017, em comparação com 2016, está abaixo em todos os submercados.

No Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte é o segundo pior nível dos últimos 18 anos. Já no Nordeste, o armazenamento verificado ocupa a posição de pior do histórico dos últimos 18 anos, apontando índices equivalentes a apenas 9% de sua capacidade.

 

 

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10
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Operador Nacional do Sistema divulgou projeções para todos os submercados

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para outubro. Em todos os submercados, a previsão mensal segue abaixo da média histórica.

O submercado Sudeste/Centro-Oeste apresenta situação mais confortável, com previsão de afluências equivalentes a 79% da média histórica, seguida pelo Norte, com 56% e do Sul com 53%.

No Nordeste, a projeção é ainda menos favorável, abaixo da metade da média, com ENA mensal de apenas 31%.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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03
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Submercados Norte e Nordeste seguem com tempo seco

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve continuar seco nos submercados Norte e Nordeste. Já o Sudeste/Centro-Oeste e Sul, deverão persistir com chuvas moderadas.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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09
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COFCO provides 4,674.800 MWh, enough to supply two units of the Barretos Cancer Hospital

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The Energy for the Good project has just received an important reinforcement of energy donations for the Barretos Cancer Hospital (BCH). Chine corporation COFCO signed an agreement to donate 4,674.800 MWh, enough to provide the energy requirements of the BCH units in Jales and Fernandópolis through December 2018. COFCO produces, supplies and trades in agricultural commodities, and is present in over 140 countries.

“We were aware of the work done by the BCH and the Energy for the Good Proposal, so we were excited about supporting the project,” explained Marcelo Andrade, global CEO of Sugar for COFCO. According to Hospital Chairman Henrique Prada, “we are investing more in technology every day, so we are heavily dependent on energy.” The donation agreement signing ceremony is scheduled for September 28 2017 in Jales, with the participation of COFCO, BCH and Comerc Energia executives.

Learn more about this project

The Energy for the Good Project was created by Comerc Energia, and already the Barretos Cancer Hospital has been the recipient of donations of 16,200 MWh. Each Megawatt-Hour donated is a savings of R$ 250,00 for the hospital. The Barretos Cancer Hospital joined the free energy market in 2012, with the support of Comerc, which led the entire migration process and manages all BCH energy agreements on a pro-bono basis. Migration to the free market and energy donations have allowed the hospital to keep its energy account 30% below what it would otherwise be.

Right now, six generators are involved in the project, and together they donate about 20% of the hospital’s energy needs. With the addition of COFCO, this percentage will go up to 30% in 2018. The goal is that at some point donations will supply all the hospital’s energy needs. Donated energy is 100% clean energy and comes from biomass, a source that is heavily incentivized by the government.

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28
09
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The PLD remained at the ceiling of R$ 533,82/MWh in all sub-markets

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of September 23-29 2017 was set at R$ 533,82/MWh in all sub-markets, which is the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency.  The PLD is the same across the country, and is at the ceiling for the third consecutive week.

This is still the result of low flow forecasts by the Integrated National System (SIN). Furthermore, reservoir levels dropped beyond expectations, the load on the system should be higher than had been previously expected, and less thermal energy will be available.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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28
09
17

Reservoirs are at less than half their storage capacity

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the last week of September dropped across the country.

Reservoir levels in the southeast/middle-west submarket dropped 8 percentage points in September; reservoirs in that sub-market are at 26% of their capacity.

Reservoir levels in the south dropped 26 percentage points, and will be at 39% of their capacity at month-end, better than any other sub-market.

Although levels in northeast reservoirs dropped less in terms of percentage points, that region remains the most critical with reservoirs down to 10% of their capacity.

In the north, where reservoirs dropped 16 percentage points, they will be at 37% if capacity by the end of the month.

The reason for this situation is low rainfall.

 

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28
09
17

Flows will drop most sharply in the south, to 28% of the long-term average

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The National System Operator (ONS), reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the last week of September.

The forecast for the north, remained unchanged, or 55% of the long-term average.

Flow expectations for the southeast/middle-west and northeast dropped only one percentage point, to 66% and 29% of the long-term average respectively.

The sharpest drop is in the south, where flows should be 28% of the long-term average, five percentage points below previous expectations.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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28
09
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The weather will remain dry in the North and Northeast

Weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for dry weather in the north and northeast. Moderate rain is expected in the southeast/middle-west and south.

 

Source: Center for Climate Studies and Weather Forecasting/National Institute for Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Climate Studies and Weather Forecasting/National Institute for Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

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26
09
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COFCO colabora com 4.674,800 MWh, suficientes para atender duas unidades do Hospital de Câncer de Barretos

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O projeto Energia do Bem acaba de receber um reforço importante nas doações para o Hospital de Câncer de Barretos (HCB). A empresa chinesa COFCO assinou um contrato de doação de 4.674,800 MWh, suficientes para suprir a necessidade das unidades do hospital em Jales e Fernandópolis até dezembro de 2018. A COFCO atua na produção, fornecimento e trading de produtos agrícolas presente em mais de 140 países.

“Ficamos sensibilizados com o trabalho do HCB e com a proposta do Energia do Bem, então fizemos questão de apoiar o projeto”, explica Marcelo de Andrade, presidente global de açúcar da COFCO. De acordo com o presidente do hospital, Henrique Prata, “a cada dia, estamos investindo mais em tecnologia, o que faz com que a gente dependa muito de energia”. A cerimônia da assinatura da doação será realizada em 28/09/17, em Jales, com a participação de executivos da COFCO, da Comerc Energia e do HCB.

Saiba mais sobre o projeto

O projeto Energia do Bem foi idealizado pela Comerc Energia e já beneficiou o Hospital de Câncer de Barretos (HCB) com a doação de 16.200 MWh. Cada megawatt-hora doado representa uma economia de R$ 250,00 para o HCB. O hospital está no mercado livre de energia desde 2012, com o apoio da Comerc, que conduziu todo o processo de migração e cuida da gestão dos contratos do HCB sem nenhum custo. A migração para o mercado livre, aliada à doação de energia, proporciona uma redução média de 30% na conta de energia do hospital.

Atualmente, o projeto conta com a participação de seis geradores, que doam o equivalente a 20% do consumo total do hospital. Em 2018, com a doação da COFCO, esse percentual deve subir para 30%. O objetivo é atender 100% do consumo do hospital com doações. A energia doada é totalmente limpa, por ser proveniente da biomassa, uma fonte incentivada pelo governo.

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26
09
17

 Preço segue em R$ 533,82/MWh para todos os submercados

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 23/09/17 a 29/09/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que se mantém igual em todos os submercados, está no limite pela terceira semana consecutiva.

A alta continua atrelada, principalmente, à redução das afluências previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN) em relação à semana anterior. Além disso, houve queda no nível dos reservatórios do sistema em relação ao que era previsto, aliada à redução de disponibilidade térmica e à estimativa de maior carga para o sistema.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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26
09
17

Reservatórios estão abaixo da metade de suas capacidades de armazenamento 

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a última semana de setembro apresentou queda no nível dos reservatórios de todo o país.

Desde o começo do mês, submercado Sudeste/Centro-Oeste teve diminuição de 8 pontos percentuais e, atualmente, está com apenas 26% de sua capacidade de armazenamento.

O Sul, com queda mais expressiva, de 26 pontos percentuais, fechará o mês com 39% de armazenamento, situação mais favorável entre os submercados.

No Nordeste, apesar da redução ter sido mais discreta, de menos de três pontos percentuais, é o submercado com situação mais crítica, com apenas 10% de sua capacidade.

O Norte, com queda de 16 pontos percentuais, também terminará o mês abaixo da metade da capacidade de armazenamento de seu reservatório, com 37%.

Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência da falta de chuvas.

 

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26
09
17

Sul, com queda mais significativa, deve terminar o mês com 28% da média histórica 

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a última semana de setembro.

Apenas o submercado Norte não apresentou oscilação em relação à última semana, mantendo-se em 55% da média histórica.

O Sudeste/Centro-Oeste e o Nordeste, tiveram queda de um ponto percentual, projetando índices equivalentes a 66% e 29% da Média de Longo Termo (MLT), respectivamente.

O Sul, com queda mais expressiva, de cinco pontos percentuais, deve finalizar o mês com 28% da MLT.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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26
09
17

Submercados Norte e Nordeste seguem com tempo seco

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve continuar seco nos submercados Norte e Nordeste. Já o Sudeste/Centro-Oeste e Sul, deverão apresentar chuvas moderadas.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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22
09
17

Almost a thousand ventures have registered, which could triple the share of wind energy in the country

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The majority of the projects registered for the New Energy Auctions for delivery starting in 2021 (A-4) and 2023 (A-6) are wind energy. Almost a thousand such projects have registered for the auctions, 87% of these in the northeast, totaling close to 26 GW if they are all installed. This is more than twice the total installed capacity of the Belo Monte hydro plant at full capacity. This amount of wind energy would triple its share of the nation’s energy grid. Right now, 7% of the energy provided by the National Integrated System (SIN) comes from wind.

According to Empresa de Pesquisa Energética (Energy Research or EPE), the almost 3 thousand projects that will compete at the auctions include coal, hydro, thermal, biomass, natural gas and solar (photovoltaic) power plants. The A-4 and A-6 auctions are expected to take place on December 18 and 20 2017 respectively.

 

Record winds in the Northeast

In the northeast, wind energy continued to break records in September.

Last Wednesday, September 14, wind energy reached 6,413 MW, four times more than the amount of hydropower generated in this sub-market on that same date, and provided 64% of the energy requirements in the region.

On September 10, wind energy provided 71% of the northeast load, averaging 6,194 MWavg a day.

As of September 17, the monthly average was 5,750 MWavg generated from wind.

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS); Estudo: Comerc Energia

SOURCE: National System Operator (ONS): National System Operator (ONS)

 

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09
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The PLD reached the ceiling for the second week in a row

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of September 16-22 2017 was set at R$ 533,82/MWh in all sub-markets, which is the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency. The PLD has not changed in the past two weeks.

This is primarily the result of poor flow forecasts and low reservoir levels across the entire National Integrated System (SIN), compared to the previous week. Furthermore, reservoir levels continue to drop and thermal plant output is down, while the load placed on the system went up over the period.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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22
09
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In the northeast, they are down to just 10.6% of their capacity

SOURCE: National System Operator (ONS)

SOURCE: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the fourth week of September dropped across the country.

All sub-markets are at less than 50% of their storage capacity. The northeast remains the most critical, with reservoirs down to 10.6% capacity, followed by the southeast/middle-west at 28.4% of their capacity, the south at 43.8% and the north, at 43.2%.

This situation is the result of little or no rainfall.

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22
09
17

Flow expectations in the south dropped 10 percentage points from last week

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The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the fourth week of September.

The forecast improved only for the north, which should go from 50 to 55% of the long-term average.

Flow expectations dropped some 4 percentage points in the southeast/middle-west, and should be 67% of the long-term average. Flow expectations for the south dropped around 10 percentage points, and will be no more than 33% of the long-term average.

The forecast for the northeast dropped only 2 percentage points, but the sub-market continues to be the most critical in the country, with flows only around 30% of the long-term average

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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22
09
17

Dry weather is expected across most of the country, the only exception being the south

Weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for dry weather everywhere but the south, which can expect moderate rainfall.

 

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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19
09
17

Quase mil empreendimentos podem triplicar a representatividade da fonte no País

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Os empreendimentos eólicos tiveram o maior número de projetos cadastrados para os Leilões de Energia Nova com entrega a partir de 2021 (A-4) e 2023 (A-6). São quase mil inscritos – 87% no Nordeste -, que podem atingir um total de 26 GW instalados. O montante corresponde a mais que duas vezes a capacidade total da usina de Belo Monte quando totalmente em operação. Se entrar na matriz nacional, a energia deve aumentar três vezes a participação da fonte no País. Hoje, a eólica responde por 7% do atendimento ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), entre os quase 3 mil projetos que irão concorrer, também há empreendimentos de fonte hidrelétrica, termelétrica a biomassa, solar fotovoltaica, carvão e gás natural. Os Leilões A-4 e A-6 estão previstos para acontecerem em 18/12/17 e 20/12/17, respectivamente.

Recorde de ventos no Nordeste

A energia eólica vem batendo recordes no Nordeste em setembro. Na última quinta-feira, 14/09, a geração média diária atingiu 6.413 MW, quatro vezes maior do que a geração hidráulica verificada neste submercado, o que foi capaz de abastecer 64% da energia consumida na região.

Em 10/09/17, a geração eólica já tinha conseguido atender 71% da carga do Nordeste, com geração média diária de 6.194 MWmed. Na média mensal, houve geração de 5.750 MWmed até 17/09/17, valor que representa 60% da carga média verificada no período.

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS); Estudo: Comerc Energia

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS); Estudo: Comerc Energia

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19
09
17

Preço atinge o teto pela segunda semana consecutiva

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 16/09/17 a 22/09/17 continua em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que se mantém igual em todos os submercados, está no limite há duas semanas consecutivas.

A alta está atrelada, principalmente, à redução das afluências previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN) em relação à semana anterior. Além disso, houve queda no nível dos reservatórios do sistema em relação ao que era previsto, aliada à redução de disponibilidade térmica e à estimativa de maior carga para o sistema.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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19
09
17

Nordeste está com apenas 10,6% de sua capacidade de armazenamento

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a quarta semana de setembro teve queda no nível dos reservatórios de todo o País.

Todos os submercados estão abaixo da metade da capacidade de armazenamento de seus reservatórios. O submercado Nordeste, em situação mais crítica, apresenta níveis equivalentes a 10,6% de sua capacidade, seguido do Sudeste/Centro-Oeste, com 28,4%, do Sul com 43,8% e do Norte com 43,2%.

Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência da falta de chuvas.

 

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19
09
17

Submercado Sul deve ter queda de 10 pontos percentuais em relação à semana passada

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a quarta semana de setembro.

Apenas o submercado Norte apresentou aumento em relação à última semana, de 50% para 55% da média histórica.

O Sudeste/Centro-Oeste teve queda de -4 pontos percentuais, projetando índices equivalentes a 67% da Média de Longo Termo (MLT). O Sul, com queda mais expressiva, de -10 pontos percentuais, deve finalizar o mês com 33% da MLT.

O Nordeste, apesar da queda mais discreta, de 2 pontos percentuais, deve ter situação menos favorável, com apenas 30% da média histórica.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

 

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19
09
17

Tempo prevalecerá seco em todo o país, exceto no submercado Sul

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve continuar seco em todo o país, exceto no submercado Sul, que deverá seguir com chuvas moderadas.

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14
09
17

These savings are the result of energy efficiency projects  

7

Comerc ESCO customers have been able to reduce the amount of energy used for lighting by more than 70%. Comerc ESCO is the energy efficiency unit of Comerc Energia. These savings are the result of energy efficiency projects implemented in 2016 and 2017, at no investment on the part of our clients.

Comerc ESCO Director Marcel Haratz explained that the first step in the process is a study to find opportunities to reduce energy use by replacing equipment with more efficient versions. “This diagnostic includes any investment required, and the customer pays us back on a monthly basis as a percent of their energy savings. In other words, customers get an immediate reduction in their power bill and new, more efficient equipment,” he added.

Energy efficiency projects apply not only to lighting, but also to refrigeration, engines, water pumps and capacitor banks, among others.

Brazil is one of the most energy wasteful countries

Brazil is ranked next-to-last in the American Council for Efficient Economy (ACEEE) list of 23 counties ranked by energy efficiency. In 2016 alone, Brazil wasted 47,500 GWh, more than 13% of the energy used, or 46% of the output of the Itaipu power plant in that same year.

Energy Service Companies (ESCOs) have been around for many years, and in Brazil have been capturing more and more market, especially after the country signed the Paris Agreement (COP 21), which set a 10% increase in energy efficiency as the nation’s target for 2030.

According to the Comerc ESCO Director, “while there is an awareness of the importance of using energy from clean sources, we must also pay attention to how we use energy. There are huge opportunities to reduce the amount of energy we use and waste.”

Waste is expensive

Waste can also result in fines. For example, incandescent light bulbs have been banned in Brazil since 2015.  These lamps use up to eight times as much energy as LED (light-emitting diode) bulbs. Any business using incandescent lamps between 41 and 60 watts can be fined up to R$ 1.5 million.

 

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14
09
17

Within just a month, the PLD went back up to the ceiling

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of September 9 – 15 2017 reached the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, or R$ 533,82/MWh; right now, it is the same across the entire country. The PLD had dropped from the ceiling in the weeks following August 12, 2017.

This is an 8% increase compared to last week, and is primarily the result of poor flow forecasts and low reservoir levels across the entire National Integrated System (SIN).

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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14
09
17

This is the result of little or no rainfall

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the third week of September dropped across the country.

The largest drop was again in the south – 4.8 percentage points compared to the previous week. The next largest drop was in the northeast – 2.9 percentage points, followed by the southeast/middle-west and north – 1.6 and 0.8 percentage points respectively.

Except for reservoirs in the south, all others are at less than half their maximum storage capacity. Across the country reservoir levels dropped because of low rainfall.

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14
09
17

Affluent natural energy should be below the long-term average in all sub-markets

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the third week of September.

The forecast for the northeast is for flows to remain at 32% of the long-term average; in all other markets forecasts dropped.

This is particularly the case for the south, where the forecast dropped 17 percentage points, followed by the southeast/middle-west and north, which dropped 13 and 7 percentage points respectively. All sub-markets are below the long-term average, ranging from 32% to 71% below.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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14
09
17

Dry weather is expected across most of the country

Weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for dry weather, with moderate rain only in the Jacuí and Uruguai basins in the south.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

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12
09
17

Economia é obtida por meio de projetos de eficiência energética  

7

Os clientes da Comerc ESCO, unidade de eficiência energética da Comerc Energia, reduziram mais de 70% no seu consumo de energia nos sistemas de iluminação. A economia é resultado de projetos de eficiência implantados entre 2016 e 2017 sem necessidade de os clientes realizarem investimentos.

Marcel Haratz, Diretor da Comerc ESCO, explica que o primeiro passo é fazer um estudo para identificar as oportunidades de redução de consumo a partir da troca de equipamentos por outros mais eficientes. “Com esse diagnóstico, nós fazemos o investimento necessário e o cliente nos paga mensalmente com uma parte da economia na conta de energia. Ou seja, o cliente tem uma redução imediata na conta e equipamentos novos, mais eficientes”, completa o executivo.

Além de iluminação, os projetos de eficiência energética podem reduzir o consumo de sistemas de refrigeração, motores, bombas d’água, bancos de capacitores, entre outros.

 

Brasil é um dos países que mais desperdiça energia

De acordo com o ranking da ACEEE (American Council for an Energy-Efficient Economy) dos 23 países analisados, o Brasil ocupa a penúltima posição de eficiência energética. Somente em 2016, o país desperdiçou 47.500 GWh, o equivalente a mais de 13% de todo o consumo nacional ou 46% da produção de Itaipu no mesmo ano.

As Energy Services Companies (ESCOs) já existem no mundo há muitos anos e, no Brasil, vêm ganhando cada vez mais espaço, principalmente após a ratificação no acordo de Paris (COP 21), quando foi definido como meta a ampliação da eficiência energética em 10% até 2030.

Para o Diretor da Comerc ESCO, “já existe uma consciência sobre a importância de usar energia de fontes limpas, mas, além disso, é essencial prestar atenção em como consumimos. As oportunidades para redução são grandes. ”

 

Desperdício que pode custar caro

O desperdício também pode gerar a cobrança de multas para as empresas. O uso de lâmpadas incandescentes é proibido no Brasil desde 2015.  Os modelos antigos gastam até oito vezes mais do que lâmpadas de LED (diodo emissor de luz). Os estabelecimentos que ainda utilizam lâmpadas incandescentes com potência de 41 W até 60W podem ser multados em até R$ 1,5 milhão.

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12
09
17

Preço retorna ao teto depois de um mês

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 09/09/17 a 15/09/17 ficou em R$ 533,82/MWh, valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O preço, que continua equalizado em todos os submercados, teve seu limite atingido pela última vez na semana operativa de 05/08/17 a 11/08/17.

O aumento de 8% em relação à semana passada está atrelado, principalmente, à redução da previsão das vazões junto ao baixo nível verificado para os reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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12
09
17

Cenário é consequência da falta de chuvas

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a terceira semana de setembro apresentou queda no nível dos reservatórios de todos os submercados do país.

O Sul segue com redução mais expressiva, dessa vez de -4,8 pontos percentuais frente à semana passada. O Nordeste teve a segunda maior queda, de -2,6 p.p. Os demais submercados, Sudeste/Centro-Oeste e Norte, tiveram quedas mais discretas, de -1,6 e -0,8 ponto percentual, respectivamente.

Com exceção do Sul, os demais submercados estão abaixo da metade da capacidade de armazenamento de seus reservatórios. Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência do regime de chuvas.

 

 

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12
09
17

Todos os submercados continuam abaixo da média histórica

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a terceira semana de setembro.

Com exceção do Nordeste, que se manteve em 32% da Média de Longo Termo (MLT), os demais submercados apresentaram diminuição em relação à semana anterior.

O Sul teve a maior queda, de 17 pontos percentuais, seguido do Sudeste/Centro-Oeste com -13 do Norte com -7 pontos percentuais. Todos os submercados seguem abaixo da média histórica, com índices entre 32% e 71%.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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12
09
17

Tempo seco deve prevalecer em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve prevalecer seco em todo o país, exceto no submercado Sul, que deverá apresentar chuvas moderadas nas bacias do Uruguai e Jacuí.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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08
09
17

The Comerc Energy Index shows a 0.94% increase in energy use in July, compared to July 2016. However, if we look at energy use in the past twelve months, energy use should not vary as much

In a y-o-y comparison, energy use went up 0.94% in July 2017. Seven industries were responsible for the increase in the Comerc Energy Index: Vehicles and Autoparts (3.46%), Electromechanical (3%), Packaging (2.72%), Steel and Metallurgy (2.64%), Food (1.60%), Pulp & Paper (1.41%) and Textile, Leather and Apparel (1.20%).

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Energy use drops in the chemical industry

 Energy use by the chemical industry dropped 5.77% in the year. It is worth pointing out that, according to the Industry Monitor published by ABIQUIM, the Brazilian Chemical Industry Association, output of chemicals for individual use dropped in July. According to ABIQUIM, output dropped 4.56% in July, so plants are at only 73% utilization (27% idle). Chemicals registered record imports in the first half of the year.

This information about the Chemicals industry confirms what we see in our portfolio of energy consuming units. The chemical industry in general is producing less, and thus using less energy,” said Cristopher Vlavianos, CEO of Comerc Energia.

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If we compare energy use in the first months of 2017 and 2016, we find that the trend is for relatively little change in all 12 industries we monitor. “Except for the month of April, when energy use dropped 3.83%, fluctuations in energy use have become smaller and smaller since February, indicating that energy use is stable,” added the Comerc Energia CEO.

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The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in the portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free market.

 

 

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08
09
17

This 10% increase is due to lower flow forecasts

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of September 2 – 8 2017 was set at R$ 494,46/MWh in all sub-markets. The price is the same across the country, as the limits for energy exchange between regions have not yet been reached.

This is a 10% increase compared to last week, and is primarily the result of poor flow forecasts and low reservoir levels across the entire National Integrated System (SIN).

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy, and estimated use of energy across the country, among other factors.

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08
09
17

The worst situation is in the southeast and northeast

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the second week of September dropped across the country.

The sharpest drop was in the south, where reservoir levels are 4.3 percentage points lower than last week, followed by the north, where they dropped 2.6 percentage points. Both sub-markets are down to close to half the storage capacity, or 55.3% and 50.4% respectively.

The southeast/middle-west and northeast are in the worst situation, having dropped 1.5 and 0.8 percentage points. Reservoirs in those sub-markets are down to 32% and 12.1% only.

Across the country reservoir levels dropped because of low rainfall.

 

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08
09
17

Except for the north, the monthly affluent natural energy dropped in all sub-markets

 Source: National System Operator (ONS)


Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the second week of September.

Except for the north, where affluent energy is 57% of the long-term average, accumulated affluent energy is lower than it was in the first week, and below the long-term average across the board.

The situation is better in the southeast/middle-west, where flows are 84% of the long-term average, down 8 percentage points.

Affluent energy went down more in the south, or 23 percentage points, and should be only 61% of the long-term average.

The situation in the northeast is more critical, where affluent natural energy is only 32% of the long-term average, a 4 percentage point drop.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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08
09
17

Dry weather is expected across the country

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather will be dry in all sub-markets.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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05
09
17

Índice Comerc Energia indica aumento de 0,94% em julho em relação ao mesmo mês em 2016; série histórica dos últimos doze meses aponta para uma menor variação no consumo nos próximos meses

O consumo de energia aumentou 0,94% em julho em comparação ao mesmo período de 2016. Sete setores puxaram o Índice Comerc Energia para cima no período: Veículos e Autopeças (3,46%), Eletromecânica (3%), Embalagens (2,72%), Siderurgia e Metalurgia (2,64%), Alimentos (1,60%), Papel e Celulose (1,41%) e Têxtil, Couro e Vestuário (1,20%).

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Química registra recuo

No sentido inverso, chama a atenção o segmento de Química, cujo consumo no mês, frente ao mesmo período do ano passado, ficou em 5,77% negativos. Vale notar que, de acordo com o Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), de julho, o setor de produtos químicos de uso industrial vive um enfraquecimento do ritmo de sua produção. Segundo a entidade, em junho de 2017, por exemplo, o recuo foi de 4,56%, resultando em uma utilização da capacidade de suas unidades produtivas de apenas 73%; ou seja, com uma ociosidade de 27%. Segundo a mesma instituição, já no primeiro semestre, o setor assistiu a um recorde das importações.

“Todos esses dados setoriais do segmento de Química corroboram o que estamos vendo na nossa base de unidades consumidoras de energia. O setor produz menos e, consequentemente, consome menos energia”, comenta Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia.

6

Quando se compara o consumo de energia nos meses de 2017 (das doze categorias monitoradas) frente o mesmo período em 2016, observa-se que, desde dezembro, há uma tendência a uma menor variação no consumo nos próximos meses. “À exceção do mês de abril, quando o consumo recuou -3,83%, a partir de fevereiro as variações positivas ou negativas têm sido cada vez menores, o que pode sinalizar uma tendência a uma maior estabilidade no consumo”, ressalta o presidente da Comerc Energia.

7

O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

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05
09
17

Alta de 10% foi influenciada pela redução na previsão de vazões

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 02/09/17 a 08/09/17 ficou em R$ 494,46/MWh para todos os submercados. O preço continua equalizado, pois os limites de intercâmbio não foram alcançados.

O aumento de 10% em relação à semana passada está atrelado, principalmente, à redução da previsão das vazões junto ao baixo nível verificado para os reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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05
09
17

Submercados Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste têm situação mais desfavorável

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a segunda semana de setembro de 2017 apresentou queda no nível dos reservatórios de todos os submercados.

A diminuição mais expressiva ocorreu no Sul, de -4,3 pontos percentuais frente à semana passada, seguido do Norte, com -2,6 pontos percentuais. Ambos os submercados estão perto da metade da capacidade de armazenamento de seus reservatórios, com 55,3% e 50,4%, respectivamente.

No Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, apesar da queda mais discreta, de 1,5 e 0,8 ponto percentual, são os reservatórios com cenários mais desfavoráveis, com apenas 32% e 12,1% de suas capacidades.

Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência do regime de chuvas.

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05
09
17

Com exceção do Norte, todos os submercados tiveram redução na previsão de ENA mensal

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a segunda semana de setembro.

Com exceção do Norte, que se manteve em 57% da Média de Longo Termo (MLT), os demais submercados tiveram diminuição em relação à primeira semana e todos seguem abaixo da média histórica.

O Sudeste/Centro-Oeste, em situação mais confortável, está com previsão de afluências de 84% da MLT, apresentando queda de 8 pontos percentuais.

No Sul, a redução foi mais expressiva, de 23 pontos percentuais, com expectativa de 61% da média histórica.

O Nordeste, em situação mais crítica, com apenas 32% da MLT, teve queda de 4 pontos percentuais.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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05
09
17

Tempo seco deve prevalecer em todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo deve prevalecer seco em todo o país.

1

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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01
09
17

Despite low reservoir levels, Aneel decided to bring the rate flag down from red to yellow

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Captive market customers will see rates drop in September, as the rate flag goes from red to yellow. In August, a number of thermal plants were switched on taking the rate to Level 1 or a red flag. As these are switched off, the rate flag will go to yellow, and the add-on on consumer power bills will go from
R$ 3,00 to R$ 2,00 per 100 kWh used.

According to Aneel, the National Electric Energy Agency, this decision was made due to an improvement in hydrology in the south and southeast/middle-west sub-markets, and an increase in the amount of wind-energy generated in the northeast, which provides much of the energy used in that sub-market.

Unfavorable scenario

Even though the September rate flag will go from Level 1 – red to yellow, suggesting improvements in the system, reservoir levels remain low, so caution is required. According to Comerc Energia meteorologist Anderlan Siqueira, the forecast is for dry weather in all sub-markets in September, with the possibility of mild rain only in the south. The meteorologist went on to say that rainfall should normalize in October, as the Pacific Ocean is neutral, meaning there should be no El Niño or El Niña interference through the end of the year.

Source: Aneel and Comerc Energia study

Source: Aneel and Comerc Energia study

Understand the methodology

The rate flag model imposes additional fees when thermal sources are used, as they are more costly to operate than hydro pants. Whenever the National System Operator (ONS) decides to save water stored in hydro-plant reservoirs, it triggers thermal plants, which adds cost to the system. In the dry season, when hydrology is less favorable, this may lead to the application of rate flags, which impact consumer power bills.

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01
09
17

This 11% drop was influenced by more favorable flow expectations

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of August 26 – September 1 2017 was set at R$ 449,04/MWh in all sub-markets. The price is the same across the country as the limits for energy exchange between regions have not yet been reached.

This is an 11% drop compared to the previous week, and is primarily due the expectation of higher flows in the National Interconnected System (SIN), and the fact that reservoir levels are higher than had been expected.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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01
09
17

Reservoir levels in the northeast are the lowest they have been since 2000

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

According to the National System Operator (ONS), in August 2017, reservoirs in the northeast were the lowest they have been since 2000 – 13% of capacity. Reservoirs in the north are higher than they were last year, abut are still the 4th lowest since records are kept, or 53%.

Reservoirs in the southeast/middle-west sub-market, are the 4th lowest they have been in 18 years, and in the south, they are 60% below the levels of last year.

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01
09
17

The flow forecast for the northeast is only 36% of the long-term average.

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The ONS, or National System Operator, disclosed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in September. The forecast remains below the long-term average in all sub-markets.

The situation in the southeast/middle-west is a bit better, with flows expected to be 88% of the long-term average. The situation is worse in the northeast, where they are only 36%, well below the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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01
09
17

Dry weather is expected across most of the country.

Weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for rain only in the Jacuí and Uruguai basins in the south. In all other sub-markets, the weather should be dry.

 

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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08
17

Mesmo com baixo nível dos reservatórios, Aneel reduz cobrança adicional nas tarifas de energia

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Em setembro, as tarifas de energia do mercado cativo de energia terão bandeira tarifária amarela. Com o desligamento das térmicas acionadas em agosto, que levaram ao Patamar 1 da bandeira vermelha, a cobrança adicional passará de R$ 3,00 para R$ 2,00 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os fatores que determinaram a decisão foram a melhora das condições hidrológicas nos submercados Sul e Sudeste/Centro-Oeste, junto à ampliação da geração eólica no Nordeste, capaz de atender uma parte significativa da carga do submercado.

Cenário desfavorável

Apesar da mudança da adoção da bandeira vermelha patamar 1 para a amarela em setembro indicar uma melhora no sistema, os níveis dos reservatórios são considerados baixos, exigindo ainda atenção. Segundo o meteorologista da Comerc Energia, Anderlan Siqueira, “para os próximos meses, a previsão é de que em setembro o tempo continue seco em todos os submercados, podendo apresentar chuvas fracas apenas no Sul”. Ainda de acordo com o meteorologista, a partir de outubro, as chuvas devem retornar à normalidade devido à neutralidade do oceano pacífico, que não apresentará interferência dos fenômenos do El Niño ou La Niña até o final do ano.

FONTE: Aneel e estudo Comerc Energia

FONTE: Aneel e estudo Comerc Energia

Neste mesmo período do ano passado, estávamos com bandeira tarifária verde, portanto, sem cobranças adicionais na fatura. Essa diferença deve-se à situação mais favorável tanto das afluências, quanto do nível dos reservatórios na época.

Entenda a metodologia

O modelo de bandeiras tarifárias visa indicar ao consumidor o custo real de geração de energia considerando a situação hidrológica do momento. Sendo assim, quando a situação hidrológica está desfavorável e, consequentemente, o custo da energia está mais caro, o consumidor é sinalizado por meio da cobrança de uma tarifa adicional na conta de luz que é definida pela faixa da bandeira tarifária determinada pela Aneel.

A determinação da bandeira tarifária que será vigente no mês é feita com base na operação adotada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Se for necessário que usinas térmicas mais caras gerem energia para suprir a carga do sistema, o custo adicional será cobrado dos consumidores. Em contrapartida, se é possível atender o sistema sem utilizar usinas mais caras, não há tarifa adicional a ser cobrada.”

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Diminuição de 11% foi influenciada por maiores expectativas de afluências

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 26/08/17 a 01/09/17 ficou em R$ 449,04/MWh para todos os submercados. O preço continua equalizado, pois os limites de intercâmbio não foram alcançados.

A queda de 11% em relação à semana anterior está atrelada, principalmente, à expectativa de maiores afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN), junto à verificação de níveis de reservatórios mais altos do que o previsto anteriormente.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Submercado Nordeste apresentou o armazenamento mais baixo desde 2000

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em agosto de 2017, o submercado Nordeste teve o nível de reservatórios mais baixo desde 2000, ficando com apenas 13% de sua capacidade de armazenamento. No Norte, apesar do nível estar maior do que o mesmo mês do ano passado, o valor verificado é o 4º pior do histórico, ficando em 53%.

No mesmo período, o submercado Sudeste/Centro-Oeste apresentou o 4º nível mais baixo dos últimos 18 anos. Já no Sul, o nível dos reservatórios teve queda de 60% em relação ao ano passado.

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Submercado Nordeste tem projeção de apenas 36% da MLT

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para  setembro. Em todo o país, a previsão mensal segue abaixo da média histórica para todos os submercados.

O Submercado Sudeste/Centro-Oeste apresenta situação mais favorável, com previsão de afluências equivalentes a 88% da média histórica, enquanto, no Nordeste, a projeção continua abaixo da metade da média, com ENA mensal de apenas 36%.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios

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Tempo seco deve prevalecer em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que deve chover apenas no submercado Sul, nas bacias do Jacuí e Uruguai. Nos demais submercados, o tempo deve continuar seco.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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The agenda included discussions on the supply of incentivized energy and migration to the free market

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A technical team from the Ministry of Mines and Energy visited Comerc Energia headquarters in São Paulo this past Wednesday, August 16. Comerc was one of four companies chosen to present how it works in the energy market, and submit proposals to improve the industry. According to Comerc CEO Cristopher Vlavianos, “it was an honor to have been chosen for a visit from the Ministry. This type of interaction is important to look for solutions to develop the industry, benefiting energy consumers”. In addition to Ministry representatives, executives from the Electric Energy Trading Chamber (CCEE) and over ten representatives of different areas within Comerc participated in the discussions.

 

One of the main topics addressed at the meeting was a shortage of incentivized energy such as wind, biomass, solar and small hydro (PCH). Right now, consumers in the special category – those with contracted demand between 500 and 3,000 kW -, may only contract energy from incentivized sources. According to Vlavianos, one option to increase the supply of this type of energy would be to adjust the rule that defines what constitutes an incentivized source. Today, incentivized energy is limited to generators no larger than 50 MW, and only those generating 30 KW or less have the right to a discount on the distribution fee. “There are larger generators capable of delivering clean energy that are not considered incentivized simply because they can generate more than 50 MW”, added the executive. “This reduces the supply available to special consumers, and does not foster an increase in clean energy generation in Brazil, limiting any potential benefits for the environment”.

 

The solution Comerc suggests is for the government to incentivize any renewable energy source produced by generators up to 300 MW, be they biomass, solar, wind or qualified cogeneration. However, according to Law 13,203/2015, currently incentives apply only to energy generated by plants auctioned or authorized after January 1 2016. “The idea is to extend the benefit to all energy generated from clean sources including in plants that came on-stream before January 2016, without changing the current criteria for discounted distribution rates, which currently apply to generators up to 30 MW. All that would be needed would be to include generators up to 300 MW in the incentive plan, without necessarily conceding any discount on the distribution fee (TUSD). This would vastly increase the supply of energy for special consumers, and the volume generators can negotiate, with no need for new incentives. In such a scenario, pretty much all players would be winners “, added Vlavianos.

 

Comerc also took the opportunity to address migration to the free energy market, which already accounts for 30% of all the energy consumed in Brazil. “The last big migration wave happened in 2015 and 2016. At the time, we faced a number of hurdles because of the large amount of bureaucracy that is still required to migrate”, said the CEO. “In tough economic times, it is even more important for companies to have options to lower their energy costs. This is why it is so important to do whatever possible to facilitate migration to the free market”.

 

The Ministry visit is part of the government’s incentives to learn more about processes in the energy industry in Brazil. In addition to items related to regulation process and pricing in the free market, Comerc executives discussed issues concerning the natural gas industry and energy efficiency.

 

 

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The price continues to drop as flow forecasts improve.

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of August 19 – 25 2017 was set at R$ 505,61/MWh in all sub-markets. This is a 3% drop compared to last week.

The PLD reached the ANEEL ceiling in the 2nd week of August, and since then has dropped steadily as flow forecasts in the National Integrated System (SIN) improve, indicting an increase in hydro plant water reservoirs.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast natural affluent energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia 1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week. 2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of August 2017.

CCEE (Electric Energy Trading Chamber)/Average PLD: Weighted by Comerc Energia
1. The average PLD1 is the weighted average of the published PLD weighted by the hours in the week.
2. Average PLD 2 assuming the latest published PLD will last until the last day of August 2017.

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

Source: CCEE (Electric Energy Trading Chamber)

 

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Reservoirs in the northeast sub-market contain only 13.5% of their storage capacity

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According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the last week of August dropped across the country.

Reservoirs in the south dropped 10.9 percentage points this month, and are now at 60.2% of their capacity.

The drop was smaller in reservoirs located in the southeast/middle-west and north of the country – 4.1 and 4.6 percentage points respectively -, and are currently at 34.3% and 54.8% capacity. Reservoirs in the northeast dropped less than 2 percentage points, but the situation in that sub-market remains the worst in the country – 13.5% of total capacity.

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The best situation is in the southeast/middle-west, where flows are 82% of the long-term average.

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The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the month of August. Flows should remain below the long-term average across the country.

Flow expectations in the south and northeast did not change this week, and remain at 56% and 33% of the long-term average respectively.

The situation in the southeast/middle-west is better, and the ONS increased its forecast flow by 3 percentage points to 82% of the long-term average. In the north, it dropped 2 percentage points to 61% of the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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Moderate rain is expected in the southeast/middle-west and south

The weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for moderate and well-distributed rain in the southeast/middle-west and south. The weather should be dry in the north and northeast.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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Oferta de energia incentivada e processo de migração para o mercado livre foram discutidos no encontro

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Uma equipe de técnicos do Ministério de Minas e Energia esteve na sede da Comerc Energia, em São Paulo, na última quarta-feira, 16/08/17. A empresa faz parte de um grupo de quatro selecionadas para apresentar suas formas de atuação no mercado de energia, além de propostas de melhorias para o setor. Para Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc, “é uma honra termos sidos escolhidos para receber a visita do Ministério. Essa interação é muito positiva para buscar soluções para o desenvolvimento do setor, levando benefícios para o consumidor de energia”. Além do Ministério, o encontro contou com a participação de executivos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e mais de dez representantes de diversas áreas da Comerc.

Um dos principais tópicos abordados na reunião foi a escassez de energia incentivada no mercado, como eólica, biomassa, solar e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Atualmente, os consumidores da categoria especial, com demanda contratada entre 500 kW e 3.000 kW, devem contratar energia exclusivamente dessas fontes. De acordo com Vlavianos, uma alternativa para aumentar a oferta dessa energia seria ajustar a regra que define as características de uma fonte incentivada. Hoje, para ter energia considerada incentivada, o gerador pode produzir, no máximo, 50 MW, sendo que o direito ao desconto na tarifa de distribuição é válido para os geradores de até 30 MW. “Mas existem diversos geradores maiores com capacidade de fornecer muita energia limpa, que não é considerada incentivada simplesmente por essa regra que limita o incentivo a até 50 MW”, explica o executivo. “Isso acaba diminuindo a oferta para os consumidores especiais, que também deixam de fomentar o crescimento da geração de energia limpa no País, reduzindo as possibilidades de benefícios para o meio ambiente”.

A solução identificada pela Comerc é enquadrar como incentivada toda energia renovável produzida por geradores de até 300 MW, a exemplo do que já acontece com biomassa, solar, eólica e cogeração qualificada. No entanto, hoje, só é incentivada a energia gerada por empreendimentos leiloados  ou autorizados a partir de 01/01/16, de acordo com a Lei 13.203/2015. “A ideia é fazer o mesmo com a energia de todas as fontes limpas de empreendimentos anteriores a janeiro de 2016, sem mexer no critério atual de desconto na tarifa de distribuição, que hoje engloba a geração até 30 MW. Desse montante até 300 MW de geração, basta que a fonte seja considerada incentivada, mesmo sem dar desconto na TUSD. Isso pode aumentar muito a oferta de energia para os consumidores especiais e o volume de negociações para as geradoras, sem a necessidade de criar novos subsídios. É um cenário em que todos são beneficiados”, defende Vlavianos.

Na ocasião, a Comerc também abordou o processo de migração de consumidores para o mercado livre de energia, que já representa 30% do consumo nacional. “Na última grande onda de migração de consumidores, entre 2015 e 2016, nós lidamos com uma série de dificuldades por causa do excesso de burocracia que ainda é exigida para migrar”, afirmou o presidente da empresa. “Em um momento de crise econômica, a oportunidade de reduzir custos com energia é ainda mais importante para as empresas. Por isso, tudo que puder facilitar o processo de migração para o mercado livre é importante”, completa.

A visita do Ministério faz parte de uma iniciativa do governo para conhecer mais sobre os processos do mercado de energia no Brasil. Além dos pontos relacionados à regulação, processos e formação de preços no mercado livre, o grupo de executivos da Comerc apresentou questões vinculadas aos mercados de gás natural e eficiência energética.

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08
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Diminuição continua atrelada ao aumento da previsão de afluências

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 19/08/17 a 25/08/17 ficou em R$ 505,61/MWh para todos os submercados. A queda foi de 3% em relação à semana passada.

Desde que o PLD saiu do valor máximo, alcançado na segunda semana de agosto, essa redução continua tendo influência do aumento da previsão de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que colabora com o nível de água armazenada nas usinas hidrelétricas.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível desses reservatórios, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA) e pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Nordeste apresenta apenas 13,5% de sua capacidade de armazenamento

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a última semana de agosto teve mais uma redução no nível dos reservatórios de todos os submercados do país.

Desde o começo do mês, o submercado Sul teve diminuição de 10,9 pontos percentuais e, atualmente, está com 60,2% de sua capacidade de armazenamento.

O Sudeste/Centro-Oeste e o Norte tiveram queda menor, de 4,1 e 4,6 pontos percentuais e estão com 34,3% e 54,8% de armazenamento, respectivamente. O Nordeste, apesar da redução ter sido de menos de dois pontos percentuais, o é o submercado com situação menos favorável, com apenas 13,5% de sua capacidade.

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Submercado Sudeste/Centro-Oeste tem situação mais confortável, de 82% da MLT

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para o mês de agosto. Em todo o país, a expectativa de vazões permanece abaixo da média histórica.

Em relação à semana passada, as previsões para os submercados Sul e Nordeste não tiveram oscilação, mantendo-se em 56% e 33% da média histórica, respectivamente.

Enquanto o Sudeste/Centro-Oeste, em situação mais favorável, apresentou aumento de três pontos percentuais nas estimativas do ONS, passando para 82% da Média de Longo Termo (MLT), o Norte teve diminuição de dois pontos percentuais, com expectativa de 61% da MLT.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Chuvas moderadas devem permanecer no Sudeste/Centro-Oeste e Sul

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que chuvas moderadas e bem distribuídas devem permanecer no Sudeste/Centro-Oeste e Sul. O tempo deve continuar seco nos submercados Nordeste e Norte.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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The cost to build and the cost of funds are challenges for the industry 

According to the Aneel Generation Databank, photovoltaic solar energy accounts for only 0.11% of the energy generated in Brazil.  The main sources of power in Brazil right now are hydro (61.1%) and thermal (26.7%). Wind energy has become more important in recent years, and now accounts for 7.1% of the power generated from operating plants.

According to Marcel Haratz, Director of Comerc Solar, Brazil has an enormous potential for generating clean energy using sun-powered photovoltaics. “A key challenge for growing solar energy is the high cost to build plants in Brazil, as the cost of locally manufactured components is 50% higher than the cost of imported items. While prices have come down significantly in recent months, further reduction is necessary if this technology is to be widely used in the country”, said the executive. “Another issue is the difficulty in getting financing to build new plants” added Haratz.

However, he stressed that the effort is worthwhile. As one of the signatories to the Paris Agreement, Brazil has committed to 45% renewable sources in its energy matrix by 2030.  “Brazil is committed to reducing CO2 emissions in coming years, and investing in solar energy is an effective way of doing so,” he said. Comerc Solar analyzed the cost-benefit of installing solar energy plants in all Brazilian state capitals. Click here for the Comerc Solar Index.

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This is a 2.2% reduction, and brought the price down from the Aneel ceiling.

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of August 12 – 18 2017 dropped from R$ 533,82/MWh to R$ 521,83/MWh in all sub-markets. This 2.2% drop brought the PLD down from the Aneel (National Electric Energy Agency) ceiling.

The main reason for this was an improvement in forecast flows in the National Interconnected System (SIN) compared to the previous week – from 63% to 67% of the long-term average.  A drop in the expected load on the system also helped bring down the PLD.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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The sharpest drop was in the south

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the third week of August dropped across the country.

The sharpest drops this month were in the south, down 4.2 p.p. compared to the previous week.

Reservoir levels did not drop as much in other sub-markets – less than 1.5 p.p. Across the country reservoir levels dropped because of low rainfall.

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Flows in the Southeast/Middle-West submarket should be 79% of the long-term average by month-end

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the month of August.

Flows are expected to improve in all sub-markets except the Northeast, where they should remain at 33% of the long-term average. The scenario is better in the southeast/middle-west, where flows are expected to be 79% of the long-term average, followed by the north (63%) and south (56%). These numbers are 4, 2 and 7 percentage points higher than the previous forecast.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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Moderate rain is expected in the southeast/middle-west and south

The weather forecasts used by the National System Operator (ONS) call for moderate and well-distributed rain in the southeast/middle-west and south. The weather will remain dry in the north and northeast.
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Custo de implantação e obtenção de financiamento são desafios para o setor 

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A energia solar fotovoltaica representa, atualmente, apenas 0,11% da matriz elétrica nacional, de acordo com o Banco de Informações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As principais fontes para abastecimento do país seguem sendo a hidrelétrica (61,1%) e a térmica (26,7%), enquanto a energia eólica, que vem ganhando expressividade, responde por 7,1% dos empreendimentos em operação.

Para Marcel Haratz, Diretor da Comerc Solar, o Brasil tem um potencial muito grande para aproveitar os benefícios da energia limpa gerada pela fonte solar fotovoltaica. “Um dos principais desafios para o crescimento da energia solar é o elevado custo para a sua implantação no Brasil, uma vez que o os fornecedores que já têm capacidade de produção no Brasil oferecem preços mais de 50% mais caros do que os produtos importados. Nos últimos meses, o custo teve uma grande redução, mas ainda precisamos alcançar patamares mais baixos para que essa tecnologia seja amplamente utilizada no país”, explica o executivo. “Outro ponto importante é a dificuldade de obtenção de financiamento para a construção de novas usinas”, completa.

Haratz ressalta que o esforço para viabilizar a energia solar no Brasil vale a pena. Como signatário do Acordo de Paris, o país busca uma participação de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética nacional até 2030.  “O Brasil tem um compromisso global de reduzir suas emissões de CO2 nos próximos anos e o investimento em energia solar é uma forma eficaz de se aproximar desse objetivo”, afirma. A Comerc Solar analisou o custo-benefício da instalação de usinas de geração solar em todas as capitais do Brasil. Clique aqui para conferir no Índice Comerc Solar.

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Diminuição de 2,2% retirou o preço do teto

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 12/08/17 a 18/08/17 passou de R$ 533,82/MWh para R$ 521,83/MWh em todos os submercados. A queda de 2,2% deslocou o preço do valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Essa redução foi influenciada, principalmente, pelo aumento da previsão de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN) em relação à semana anterior, passando de 63% para 67% da média histórica. Além disso, a previsão de menor carga para o SIN também contribuiu para a queda no preço.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Submercado Sul tem queda mais significativa

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a terceira semana de agosto continua apresentando redução no nível dos reservatórios de todos os submercados do país.

Desde a primeira semana do mês, o Sul tem sofrido queda mais expressiva, dessa de 4,2 pontos percentuais frente à semana anterior.

Nos demais submercados, a queda foi menor, de menos de 1,5 ponto percentual. Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência da redução do volume chuvas.

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Submercado Sudeste/Centro-Oeste deve terminar o mês com 79% da média histórica

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para o mês de agosto.

Com exceção do Nordeste, cuja previsão se manteve em 33% da média histórica, as expectativas para os demais submercados apresentaram discreto aumento. O Sudeste/Centro-Oeste, com cenário mais favorável, está com previsão de afluências equivalentes a 79% da Média de Longo Termo (MLT), seguido pelo Norte (63%) e o Sul (56%). O aumento nas previsões foi de 4, 2 e 7 pontos percentuais, respectivamente.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Chuvas moderadas devem chegar no Sudeste/Centro-Oeste e Sul

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam chuvas moderadas e bem distribuídas no Sudeste/Centro-Oeste e Sul. O tempo deve permanecer seco apenas nos submercados Nordeste e Norte.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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08
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The Comerc Energy Index shows that energy use went up in six of the twelve industries it monitors between 2H16 and 1H17

Energy use in six of the twelve sectors monitored by the Comerc Energy Index increased in the first half of the year. Vehicles and autoparts led the increase, using 3.36% more energy than in the second half of 2016, as output increase. This led to a 3.20% increase in energy use by the Steel and Metallurgy industry.

According to the July 2017 issue of the Anfavea bulletin (National Association of Automotive Vehicle Manufacturers), vehicle output went up 23.3% in 1H17, when compared to the same period last year.

Another two industries that are part of the day-to-day of the nation’s population also increased.  Energy use in the textile, leather and apparel industry went up 3.27%, and in the Hygiene and Cleaning industry 3.18%. Energy use in the Pulp & Paper and Eletromechanical industries also increased – 2.29% and 2.93% respectively.

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If we compare energy use in the month of June with the previous month, we again find increases in seven segments. Energy use went up 2.80% in Trade and Retail, although comparing 2H17 and 2H16 it went down 4.57%. “Trade and Retail is always heavily influenced by the weather because of the use of air-conditioning. For this industry, changes in energy use are more the reflection of climate than the economy,” said Cristopher Vlavianos, CEO of Comerc Energia.

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Accumulated increase

Accumulated increase in energy use in the first six months of 2017 is up 1.13% compared to the same period last year. Compared to May 2017 however, energy use dropped 1.40%. If we compare June 2016 and June 2017, energy use remained almost flat, with a slight drop of 0.57%.

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The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in its portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free market.

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The PLD reaches the ceiling for the first time in over two years

The PLD (Price for Settling differences or spot price) for the week of August 5 – 11 2017 reached the ceiling defined by Aneel, the National Electric Energy Agency, or R$ 533,82/MWh. The PLD is the same in all sub-markets. The last time it reached the ceiling was in June 2015, when the ceiling was R$ 388,48/MWh.

The main reason behind this increase is the more pessimistic flow forecasts in the National Integrated System (SIN). Furthermore, reservoir levels are down more than had been expected in the previous week.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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Reservoirs in the northeast sub-market contain only 14.8% of their storage capacity

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the second week of July dropped across the country.

The sharpest drop was in the South, where reservoir levels are 4.5 percentage points lower than last week.  Reservoir levels dropped less than 1.5 p.p. in the remaining sub-markets. The northeast is still in the worst situation, with only 14.8% of reservoir capacity filled.

Across the country, reservoir levels dropped because of low rainfall.

 

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Flows in the south and southeast are less than half the long-term average

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Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in the second week of August.

The forecast for affluent natural energy remains below the long-term average in all submarkets.

The situation is better in the southeast/middle-west sub-market, where flows should be 75% of the long-term average, followed by the north, where they should be 61% of the long-term average. In the south and northeast, projections remain below the long-term average – 49% and 33% of the long-term average respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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Dry weather is expected almost all over the country.

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, north and northeast will be dry. Mild rain will fall in the south as a cold-front advance.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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Empresa é vencedora da categoria no prêmio Época Negócios 360º de 2017

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A Comerc Energia é a melhor empresa de energia do País, segundo o ranking Época Negócios 360º de 2017. Todos os anos, a revista, em parceria com a Fundação Dom Cabral, avalia mais de 300 empresas de 27 setores. São analisadas dimensões como desempenho financeiro, responsabilidade socioambiental, governança corporativa, capacidade de inovar e visão de futuro. Neste ano, a Comerc foi considerada também a melhor empresa em Práticas de RH de todos os setores analisados.

A cerimônia de entrega dos prêmios foi realizada na noite do dia 08/08/17, em São Paulo. “É sempre uma honra receber prêmios com credibilidade como o da Época Negócios”, diz o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos. “Para nós, esse reconhecimento é mais um reflexo da nossa dedicação diária para entregar resultados e soluções, sendo cada vez mais parceiros tanto dos nossos clientes como dos especialistas que formam a nossa equipe”, completa o executivo.

Histórico de premiações 

Desde 2015, a Comerc Energia foi reconhecida em cinco premiações com repercussão nacional. Além das duas categorias conquistadas em 2017, a empresa ficou em 1º lugar em Visão de Futuro no setor de energia no anuário Época Negócios 360º de 2016 e foi eleita a melhor empresa de energia do país outras duas vezes, nas edições de 2015 e 2016 do ranking Exame Melhores e Maiores.

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Índice Comerc Energia indica que seis das doze categorias monitoradas registraram crescimento no comparativo entre semestres

O consumo de energia em seis dos 12 setores da Economia monitorados pelo Índice Comerc Energia aumentou no primeiro semestre de 2017, em comparação com o mesmo período do ano passado. Destes, o setor de Veículos e Autopeças liderou a alta, com 3,63%, refletindo o aumento registrado na sua produção, que também influencia no consumo do setor de Siderurgia e Metalurgia (3,20%).

De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em seu boletim de junho de 2017, houve aumento de 23,3% na produção de veículos em comparação do mesmo semestre do ano passado.

Outros dois setores mais presentes no dia a dia da população no País também tiveram aumento de consumo no comparativo entre os semestres: Têxtil, couro e vestuário, com 3,27%; e Higiene e Limpeza, com 3,18%. Papel e celulose, com 2,29%, e Eletromecânica, com 2,93%, completam a lista.

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Na comparação isolada do consumo de energia em junho, a tendência foi parecida, com alta em sete segmentos. Chama a atenção o comportamento do setor de Comércio e Varejo, que, no semestre, teve queda de 4,57% no consumo, mas, no comparativo mensal, apresentou alta de 2,80%. “Esse segmento é sempre muito influenciado pelas temperaturas no país, por ser dependente de ar-condicionado. Então, nesse caso específico, as oscilações no consumo de energia têm mais a ver com isso do que com o andamento da economia”, comenta Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia.

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Crescimento acumulado

O consumo acumulado de janeiro a junho deste ano de 2017 segue com crescimento, agora de 1,13% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo com maio de 2017, houve queda no consumo de 1,40%. Já analisando o consumo somente em junho de 2017 versus o mesmo período de 2016, o consumo foi praticamente estável, com discreta queda de 0,57%.

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O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

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Preço não alcançava o teto há mais de dois anos

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 05/08/17 a 11/08/17 alcançou o valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 533,82/MWh. O PLD, que continua equalizado em todos os submercados, teve seu limite atingido pela última vez em junho de 2015, porém, na época, o valor máximo fixado pela Aneel era de R$ 388,48/MWh.

O principal fator que causou este aumento foi a diminuição das afluências previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Além disso, houve redução no nível dos reservatórios em relação ao que era previsto para a semana passada.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Nordeste está com apenas 14,8% de sua capacidade de armazenamento

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Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a segunda semana de julho apresentou redução no nível dos reservatórios de todos os submercados do país.

A diminuição mais expressiva ocorreu no Sul, de 4,5 pontos percentuais frente à semana passada.

Nos demais submercados, a queda foi mais discreta, de menos de 1,5 ponto percentual. O Nordeste continua em situação mais desfavorável, com apenas 14,8% de sua capacidade.

Em todo o país, a diminuição continua sendo consequência do regime de chuvas.

 

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Submercados Sul e Nordeste apresentam índices abaixo da metade da MLT

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para a segunda semana de agosto.

A previsão mensal segue abaixo da média histórica para todos os submercados.

O Submercado Sudeste/Centro-Oeste, em situação mais confortável, está com previsão de afluências de 75% da Média de Longo Termo (MLT), seguido do Norte com 61%. Já no Sul e no Nordeste, a projeção continua abaixo da metade da média histórica, com ENA mensal de apenas 49% e 33% da MLT, respectivamente.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Tempo seco deve persistir em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo seco deve permanecer nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Apenas o Sul deve ter chuvas fracas, devido ao avanço de uma frente fria.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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The Comerc-Sinerconsult Renewable Energy Certificate certifies environmental benefits 

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Comerc Energia customers avoided the emission of 473,668.40 tons of carbon dioxide. This is an environmental benefit equivalent to planting over 3.3 million trees in a 30-year reforestation project covering an area larger than 2,500 football fields.

This data was calculated by the Comerc-Sinerconsult Renewable Energy Certificate and refers to 2016. It certifies the CO2 emissions avoided by Comerc customers as a result of purchasing energy from renewable sources. Comerc customers have received an annual certificate since 2009, and to date have avoided emitting over 2,3 million tons of CO2, equivalent to planting over 11 million trees.1

Global commitment

Brazil signed the 2016 Paris Agreement to reduce greenhouse gases, committing to reducing emissions to 37% below the 2005 levels by 2025. The Agreement also has a goal of 45% renewables in Brazil’s energy grid by 2030. This initiative allows Comerc Energia customers to measure their contribution to sustainable development by using energy from alternative sources.

Freedom to choose

Free market consumers can choose the sources from which they will purchase energy. Current rules stipulate that consumers with contracted demand between 500 and 3,000 kW, the so-called special consumers, must purchase their energy needs from government incentivized renewable sources such as wind, solar, biomass and small hydro plants. Free consumers, with demands in excess of 3,000 kW, may purchase from incentivized or conventional sources, such as large hydro and thermal power plants.

 

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The ONS expects the load will increase only 1.6% compared to the previous year.

Consumo

The expected energy load in 2017 is down almost a full percentage point compared to the government’s expectations in its latest 2-month review. The latest National System Operator (ONS) projections show the load this year will increase 1.6%, less than the 2.7% increase expected in the previous estimate. The load is the amount of energy generated and added to the grid,and is equivalent to the amount of energy used plus the losses (or leakage) between generator and consumer. The ONS expects an average annual growth of 3.2% between 2017 and 2021, with faster growth in 2018, when inflation is expected to be under control.

The macroeconomic analysis considered by the EPE (Empresa de Pesquisa Energética, or Energy Research Company) still calls for a 2.0% increase in the nation’s GDP in 2017. Whatever GDP growth there was in the first quarter of the year was primarily driven by agriculture and cattle raising, and is not representative of the reality of other economic sectors. According to the EPE, political instability had a negative impact on the confidence indicators, and unemployment remains high, which should affect the load behavior.

This data was disclosed on July 31 of this year, at a joint presentation of the ONS, the EPE and the CCEE, the Electric Energy Trading Chamber. The content of this presentation is available by clicking here.

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Bandeiras

In August, the price of energy for captive consumers will increase R$ 3,00 for every 100 kWh. The red rate flag (Level 1) is due to the higher cost of generation due to lower rainfall. In a scenario of unfavorable hydrology, thermal plants are switched on and they are more expensive to operate.
The decision was made by ANEEL, the National Electric Energy Agency, which warned consumers to use electricity efficiently and fight waste.

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08
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The price was impacted by lower flows in July and lower expected flows in August.

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of July 29 – August 4 2017 was set at R$ 514,66/MWh in all sub-markets. This is 91% higher than last week, and the PLD is now close to the Aneel ceiling of R$ 533,82/MWh.

The higher price is primarily a reflection of lower flows in July. Lower forecasts for August also helped drive up the price.

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The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

 

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The storage level in the southeast/middle-west is the fourth-worst it has ever been in the past 18 years

Source: National System Operator (ONS) (the amount for July 2017 is preliminary and was measured through the 30th)

Source: National System Operator (ONS) (the amount for July 2017 is preliminary and was measured through the 30th)

According to the ONS, the amount of water stored in southeast/middle-west reservoirs this July is below the level one year ago. Reservoirs are down to the fourth-lowest level they have been in the past 18 years, or 38% of their capacity.

Hydro-plant reservoirs in the south are down to 71% of their capacity, also worse than they were a year ago.

The worst situation is found in the northeast, where reservoirs are at only 15% of capacity, the worst they have been in 18 years.

In the north, reservoirs are higher than they were last year, but are still the second-lowest they have been in recorded history.

 

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08
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Low rainfall in the forecast influences this scenario

 Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, disclosed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in August.

The forecast for affluent natural energy remains below the long-term average in all submarkets.

The situation in the southeast/middle-west is a bit better, with flows expected to be 78% of the long-term average. The situation is worse in the northeast, where they are only 34%, well below the long-term average.

This is the result of lower rainfall and a forecast of dry weather in August.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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08
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Dry weather is expected across most of the country

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, north and northeast will be dry. Weak rainfall should be experienced in the south as a cold-front moves through.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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08
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Certificado Comerc-Sinerconsult de Energia Renovável atesta benefício ao meio ambiente 

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Os clientes da Comerc Energia evitaram que 473.668,40 toneladas de gases de dióxido de carbono (CO²) fossem lançados na atmosfera. O benefício para o meio ambiente equivale ao plantio de mais de 3,3 milhões de árvores em um projeto de reflorestamento com duração de 30 anos, uma área maior que 2.500 campos de futebol.

Os dados são de 2016 e foram apurados pelo Certificado Comerc-Sinerconsult de Energia Renovável, que atesta a quantidade de emissões de CO² evitadas pelos clientes da Comerc pela contratação de energia de fontes renováveis incentivadas pelo governo. Desde 2009, os clientes da Comerc recebem anualmente o Certificado, que já contabilizou mais de 2,3 milhões de CO² evitados, equivalentes ao plantio de mais de 11 milhões de árvores.

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Compromisso global

O Brasil é signatário do Acordo de Paris, firmado em 2016 com o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa no mundo todo. O País se comprometeu a reduzir suas emissões em 37% abaixo dos níveis de 2005, até o ano de 2025. Ainda segundo o Acordo, o objetivo é alcançar uma participação de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética nacional até 2030. Portanto, a iniciativa permite que os clientes da Comerc Energia mensurem sua colaboração com o desenvolvimento sustentável por meio do consumo de energia de fontes alternativas.

Poder de escolha para os consumidores

No mercado livre, o consumidor pode escolher de quais fontes quer contratar a energia. De acordo com as regras atuais, os consumidores com demanda contratada entre 500 kW e 3.000 kW, conhecidos como consumidores especiais, devem contratar as fontes renováveis incentivadas pelo governo, como eólica, solar, biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas. Já os consumidores livres, com demanda maior que 3.000 kW, podem escolher entre fontes incentivadas e convencionais, como de grandes hidrelétricas e termelétricas.

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08
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ONS agora estima crescimento de 1,6% em relação ao ano passado

Consumo

A expectativa de carga de energia no país para 2017 reduziu quase um ponto percentual em relação ao esperado na última revisão quadrimestral do governo. As novas projeções do Operador Nacional do Sistema (ONS) indicam crescimento de 1,6% na carga neste ano, inferior aos 2,7% de alta estimados anteriormente. A carga corresponde à geração injetada na rede, sendo equivalente ao consumo de energia acrescido das perdas que ocorrem até chegar ao consumidor. Ainda de acordo com o ONS, de 2017 até 2021, é previsto um crescimento médio de 3,2% ao ano, com taxa de crescimento maior a partir de 2018, em um cenário com perspectiva de inflação controlada.

A análise macroeconômica considerada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mantém a expectativa de crescimento de 2,0% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. Apesar do PIB do primeiro trimestre ter apresentado índices positivos, o crescimento foi puxado, principalmente, pelo setor de agropecuária, não representando a realidade do restante da economia do país. Para a EPE, a instabilidade política afetou negativamente os indicadores de confiança e a taxa de desemprego ainda aponta valores considerados altos, o que deve influenciar o comportamento da carga.

Os dados foram divulgados em 31/07/17, em apresentação do ONS, em conjunto com a EPE e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Todo o conteúdo apresentado pode ser acessado clicando aqui.

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08
17

Preço da energia deverá aumentar R$ 3,00 a cada 100 KWh

Bandeiras

Em agosto, as tarifas de energia do mercado cativo de energia terão acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos. O acionamento da bandeira tarifária vermelha (patamar 1) deve-se ao aumento do custo da geração de energia elétrica por conta da falta de chuvas. Em um cenário de hidrologia desfavorável, é necessário acionar usinas térmicas, que custam mais caro.

A decisão foi da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que alerta os consumidores a fazerem uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.

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01
08
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Preço foi impactado pelas baixas afluências verificadas em julho e esperadas para agosto

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 29/07/17 a 04/08/17 ficou equalizado em R$ 514,66/MWh para todos os submercados. A alta de 91% em relação à última semana fez com que o preço quase alcançasse o valor máximo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 533,82/MWh.

A elevação do preço se deve, principalmente, às baixas afluências verificadas em julho. Além disso, a expectativa de afluências abaixo da média para agosto também influenciou a alta.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Sudeste/Centro-Oeste apresentou o quarto pior nível de armazenamento dos últimos 18 anos

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS) (Valor referente a julho/2017 é preliminar e foi verificado até o dia 30/07)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS) (Valor referente a julho/2017 é preliminar e foi verificado até o dia 30/07)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o valor verificado em julho deste ano para o submercado Sudeste/Centro-Oeste, está abaixo do armazenamento verificado no mesmo período do ano passado. Além disso, é o quarto pior nível dos últimos 18 anos, com 38% da capacidade de armazenamento.

O Sul terminou o mês com 71% de armazenamento dos reservatórios de usinas hidrelétricas, também apresentando diminuição em relação a 2016.

O Nordeste, em situação mais desfavorável, teve o pior histórico dos últimos 18 anos, ficando com apenas 15% de sua capacidade de armazenamento.

No Norte, apesar do nível dos reservatórios estar maior em comparação com o ano passado, o valor verificado é o segundo mais baixo da série histórica.

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08
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Previsão de pouca chuva influencia cenário

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) para agosto.

A previsão mensal segue abaixo da média histórica para todos os submercados.

O Submercado Sudeste/Centro-Oeste apresenta situação mais confortável, com previsão de afluências equivalentes a 78% da Média de Longo Termo (MLT), enquanto, no Nordeste, a projeção continua abaixo da metade da média histórica, com ENA mensal de apenas 34%.

Esse cenário deve-se à diminuição das chuvas e previsão de tempo seco para  agosto.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios

 

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Tempo seco deve prevalecer em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam tempo seco nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Apenas o Sul deve apresentar chuvas fracas devido à passagem de uma frente fria.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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27
07
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This increase is the result of additional migrations and renewed economic growth

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The free energy market in Brazil grew in the first half of 2017. According to Abraceel, the Brazilian Association of Energy Traders, free consumers now use 30% of the energy provided by the National Interconnected System (SIN), compared to the previous 26%. This record is the result of increased migrations and renewed economic growth. According to data published by the CCEE (Electric Energy Trading Chamber), in 2017 almost one thousand consumers migrated to the free market. In the first quarter, the economy showed signs of renewed growth. According to the IBGE, the GDP went up 1% in the period.

In the past two years, new consumers more than tripled the size of the free market. Currently almost five thousand consumers have joined the free market, and should increase to over 15 thousand with the new migration rules.

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The Free Contracting Environment emerges as an option for companies seeking to reduce costs. The ability to negotiate energy prices and terms releases free consumers from paying the rates in the regulated market. These savings are due to the more attractive prices offered by generators and traders who are free to negotiate terms with consumers.

 

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27
07
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This is only a very small difference compared to the previous week

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of July 22 – 28 2017 was set at R$ 269,76/MWh in all sub-markets. This is only a 1% increase compared to last week, when the PLD was R$ 266,398/MWh country-wide.

A forecast of lower flows for the National Integrated System (SIN) is the primary reason the PLD has increased steadily since the start of July. Furthermore, reservoir levels are down more than had been expected in the previous week.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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27
07
17

The sharpest drop was in the south, where they dropped 15.9 percentage points

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the last week of July dropped across the country.

Once again, the sharpest drop was in the south, where reservoir levels are 5.8 percentage points lower than last week, and 15.9 percentage points below the start of the month.

The drop was not as sharp in the southeast/middle-west, northeast and north, both compared to the previous week and the start of the month. This is due to decreased rainfall across the country this month.

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27
07
17

Affluent natural energy should be below the long-term average in all sub-markets

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in July.

The monthly forecast dropped this week in all sub-markets except the north, stabilizing at 61% of the long-term average.

The forecast for the southeast/middle-west dropped 1 percentage point, while in the south and northeast it is down 5 and 2 p.p. respectively.

Accumulated Natural Affluent Energy is below the long-term average in all sub-markets.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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07
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Dry weather is expected across the country

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather will be dry in all sub-markets.

 Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).


Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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07
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Aumento na participação está atrelado ao crescimento das migrações e à retomada econômica

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O primeiro semestre de 2017 foi cenário de crescimento para o mercado livre de energia do país. Segundo a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (Abraceel), o setor, que antes correspondia próximo aos 26% de toda a energia consumida, chegou ao seu recorde, atingindo 30% no Sistema Interligado Nacional (SIN). O recorde foi atingido devido ao volume de migrações aliado à retomada econômica. Em 2017, quase mil novos consumidores aderiram ao mercado livre, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Além disso, no primeiro trimestre, a economia deu sinais de discreto reaquecimento, com alta de 1% no Produto Interno Bruno (PIB) nacional, segundo o IBGE.

Nos últimos dois anos, a entrada de novos consumidores fez com que o mercado livre mais que triplicasse. Atualmente, quase cinco mil consumidores estão no mercado livre de energia, mas esse número pode ultrapassar os 15 mil, dentro das regras atuais para migração.

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Na contramão da crise econômica, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) cresce como alternativa às empresas que buscam redução de custos. Podendo negociar preço, prazo e a fonte de energia, os consumidores livres não ficam sujeitos às tarifas do mercado regulado. Essa economia é resultado de preços atrativos oferecidos pelos geradores e comercializadoras, que negociam as condições comerciais livremente com os consumidores.

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25
07
17

Preço ficou praticamente estável em relação à semana anterior

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 22/07/17 a 28/07/17 ficou equalizado em R$ 269,76/MWh para todos os submercados. O crescimento foi de apenas 1% em relação à semana passada, quando estava equalizado em R$ 266,398/MWh.

A diminuição das vazões previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN) continua sendo a principal influência para a elevação no preço, desde a primeira semana de julho. Além disso, houve redução no nível dos reservatórios do SIN em relação ao que era esperado na semana anterior.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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07
17

Sul tem queda mais significativa, de 15,9 pontos percentuais

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a última semana de julho apresentou redução no nível dos reservatórios de todos os submercados.

Novamente, a diminuição mais expressiva ocorreu no Sul, de 5,8 pontos percentuais frente à semana passada e 15,9 pontos percentuais em relação ao início do mês.

Nos demais submercados, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, a queda foi mais discreta, tanto em relação à última semana como em relação à primeira. Em todo o país, a diminuição é consequência da redução do volume de chuvas ao longo do mês.

 

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07
17

a2Todos os submercados devem ter volumes abaixo da média histórica

 

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para julho.

Em comparação com a semana passada, a previsão mensal manteve-se igual apenas para o submercado Norte, estabilizando-se em 61% da média histórica.

O Sudeste/Centro-Oeste teve redução de 1 ponto percentual, enquanto Sul e Nordeste apresentaram queda de 5 e 2 pontos percentuais, respectivamente.

Todos os submercados seguem abaixo da Média de Longo Termo (MLT).

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios

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07
17

Tempo seco deve prevalecer em todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam tempo seco em todos os submercados.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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07
17

The July 2017 Comerc Solar Index ranks the financial return to consumers all across the country. Belém, the capital city of Pará, is the place for low-voltage projects, while Manaus, the capital of Amazonas, is the best for high-voltage

The economic return of solar energy is best in Belém e Manaus, if one considers solar irradiation and other strategic factors such as the municipal VAT (ICMS) and the energy rate charged by the local distributor. This data comes from the Comerc Solar Index, a ranked list that allows energy users to assess the opportunity to invest in photovoltaic solar energy projects.

Right now, the five Brazilian state capitals with low voltage projects that offer the best returns are Belém (PA), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT) and Manaus (AM). In general, small businesses, buildings, hospitals, shopping centers and homes are hooked up to the low voltage grid. For larger units serving high voltage consumers, the five most attractive state capitals for solar energy projects are Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), Brasília (DF), and Vitória (ES).

“Right now, there is a boom in photovoltaic energy in Brazil and the world. We developed this index to help those deciding whether to invest in this totally clean and renewable energy source, which is increasingly appealing in Brazil, especially with the emergence of local manufacturers of solar equipment,” said Marcel Haratz, Director of Comerc Energia, a specialized unit of Comerc Energia.

According to the National Energy Balance published by the EPE (Empresa de Pesquisa Energética or Energy Research Company), solar energy generation in Brazil grew almost four-fold between 2014 and 2016. Data published by ANEEL, the National Electric Energy Agency, shows a total of 12,173 consuming units with distributed generation of photovoltaic energy in Brazil, with a combined power of almost 100 thousand kW. Also according to Aneel, on December 31 2016, there were 55 photovoltaic generating facilities with an installed capacity of 23.7 MW. This same source claims that currently there are 110 photovoltaic plants under construction in Brazil, which by 2019 will have a combined capacity of 2,977.17 MW.

Below is the first listing of the Comerc Solar Index for low and high voltage projects.

Ranked List of Solar Potential – Low Voltage Consuming Units

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Ranked List of Solar Potential – High Voltage Consuming Units

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20
07
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This is an increase compared to the previous week due to low flows

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of July 15 – 21 2017 is the same across the country. The PLD went up 5% this week, and was set at R$ 266,98/MWh in all sub-markets.

Lower flows expected across the National Interconnected System (SIN), and low hydro plant reservoirs remain the main cause for higher prices.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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20
07
17

The sharpest drop was found in the south – 5 percentage points

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According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in the third week of July dropped across the country.

The sharpest drop was found in the south – 5 percentage points. In other sub-markets (southeast/middle-west, northeast and north) the drop was smaller – less than 1 percentage point compared to the past week. The reason for this is low rainfall this month.

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20
07
17

The worst situation is in the South and Northeast

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in July.

Weather forecasts are for lower flows in all sub-markets except the northeast, where they will remain at 33% of the long-term average. In the southeast/middle-west the forecast is for 80% of the long-term average, while in the south it is 47%, and in the north 61%.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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20
07
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Dry weather is expected almost all over the country

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, northeast and north will be dry. The South should experience moderate rain in the Uruguai and Jacuí basins.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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07
17

Índice Comerc Solar de julho de 2017 traz ranking de retorno financeiro para consumidores em todo o país; capital do Pará é o melhor local para projetos de baixa tensão; a principal cidade do Amazonas lidera em alta tensão

 shutterstock_44138815Belém e Manaus são as capitais brasileiras onde a energia solar apresenta o melhor retorno econômico, levando-se em conta fatores estratégicos, como a irradiação solar, o ICMS cobrado na cidade e a tarifa de energia cobrada pela distribuidora local. Os dados são do Índice Comerc Solar, em sua versão de julho de 2017, que traz um ranking para que consumidores de energia possam avaliar a oportunidade de investir em projetos de energia solar fotovoltaica.

Hoje, as cinco capitais nas quais os projetos de baixa tensão têm o melhor retorno no Brasil são Belém (PA), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT) e Manaus (AM). Os consumidores conectados à baixa tensão são aqueles de pequenos negócios, condomínios, hospitais, shopping centers e residências. No caso das grandes unidades consumidoras atendidas em alta tensão, as cinco capitais mais atraentes para os projetos de energia solar são Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), Brasília (DF), e Vitória (ES).

“A energia solar fotovoltaica vive um boom no Brasil e no mundo. Criamos este índice para contribuir para a tomada de decisão de quem quer apostar nessa fonte de energia totalmente limpa, renovável e que terá um apelo cada vez maior no país, principalmente com o desenvolvimento da indústria local de equipamentos solares”, afirma Marcel Haratz, diretor da Comerc Solar, unidade especializada do grupo Comerc Energia.

A geração de energia solar no Brasil cresceu quase quatro vezes de 2014 para 2015, de acordo com o Balanço Energético Nacional, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) indicam um total de12.173 unidades consumidoras com geração distribuída de energia fotovoltaicas no país, com uma potência total de próxima a 100 mil kW. De acordo com a mesma agência, havia em 31 de dezembro de 2016 44 centrais geradoras solar fotovoltaicas com capacidade instalada de 23,7 MW. A mesma fonte indica que há hoje no país 110 projetos de usinas fotovoltaicas em construção, que somarão, até 2019, 2.977,17 MW.

Confira abaixo o resultado do primeiro Índice Solar Comerc para projetos de baixa e alta tensão:

Ranking Potencial Solar – Unidades Consumidoras atendidas em Baixa Tensão

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Ranking Potencial Solar – Unidades Consumidoras atendidas em Alta Tensão

 

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07
17

Alta em relação à semana anterior continua atrelada à redução de afluências

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 15/07/17 a 21/07/17 permanece equalizado em todo o país. A alta foi de 5% em relação à semana passada, fixando o preço em R$ 266,98/MWh para todos os submercados.

A diminuição das vazões previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN) continua sendo a principal influência para o aumento no preço, aliada à redução no nível dos reservatórios em relação ao que era esperado na semana anterior.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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07
17

Submercado Sul tem queda mais expressiva, de 5 pontos percentuais

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a terceira semana de julho apresentou redução no nível dos reservatórios de todos os submercados do país.

O Sul continuou tendo queda mais expressiva, de 5 pontos percentuais. Nos demais submercados, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, a diminuição em relação à semana passada foi de menos de 1 ponto percentual. A baixa continua atrelada à redução do volume de chuvas ao longo do mês.

 

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07
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Sul e Nordeste apresentam situação mais desfavorável

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para julho.

A previsão mensal de afluências, em comparação com a semana passada, diminuiu em todos os submercados, com exceção do Nordeste, que se manteve em 33% da média histórica. Para o Sudeste/Centro-Oeste, a previsão é de 80%, para o Sul, de 47%, enquanto no Norte, o volume deve chegar a 61% da Média de Longo Termo (MLT).

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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18
07
17

Tempo seco deve persistir em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que o tempo deve continuar seco nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Apenas o Sul deve apresentar chuvas moderadas, nas bacias do Jacuí e Uruguai.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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07
17

This is the subject to a public hearing that goes to early August

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The free energy market may be extended to small load consumers in Brazil. The proposed amendment to the electric industry regulatory framework was published on July 6, 2017. The idea is to gradually ease the requirements for joining the free market starting in 2020, so that by 2028 the load requirement will be only 75 KW. Currently, consumers must have contracted demands of 500 kW or over to purchase electricity from generators or traders. Over a longer, and as yet unspecified period, the government plans to propose that residential, low voltage consumers also have the possibility of exiting the captive market.

In addition to expanding the free market, the government is proposing a series of changes, including possible changes in how the PLD (Price for Settling Differences or Spot Price) is calculated, new roles for the CCEE (Electric Energy Trading Chamber), and a maybe even an end to reserve energy auctions, among other topics. These proposals may be found in Public Hearing 33, which is open to contributions through August 4, 2017.  Before they can be implemented, these changes require either a provisional measure or a bill of law, approved by the National Congress.

The free market for energy in Brazil

Free consumers can create their own strategy, and are able to freely negotiate the commercial terms under which they contract electricity. They can negotiate price, terms, adjustment rates and the volume contracted monthly. The main advantages the free market offers, in addition to cost savings, are more predictable budgets and the freedom to choose a supplier, including sourcing from renewable sources that have government incentives.

Current legislation stipulates that consumers with contracted demand of 500 kW or more per facility or in aggregate form, so long as they all share the same taxpayer number of CNPJ) or are located on the same site, may purchase energy from renewable sources such as small hydros (PCHs), biomass-fired thermal plants, wind or other similar sources. Companies with contracted demand of 3,000 kW or more can purchase energy from any source, including large hydro plants and the more modern thermal plants and wind farms.

Brazil created the free energy market in 1995. By now it has some 5,000 consumers who combined use about one-quarter of all the energy generated in the country.

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13
07
17

The higher PLD is linked to lower flows and diminishing hydro-plant reservoirs

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of July 8 – 14 2017 was set at R$ 253,45/MWh in all sub-markets. This is a 9% increase compared to last week, when the PLD was R$ 233,32/MWh country-wide.

A forecast of lower flows for the National Integrated System (SIN) was the primary reason for the increase. Furthermore, reservoir levels are down more than had been expected in the previous week.

The PLD is the same across the country as all the exchange limits (southeast/middle-west, south, northeast and north) have been reached

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.4

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13
07
17

Lower rainfall is the reason

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

According to the National System Operator (ONS), reservoir levels dropped across the country last week, with the largest drop (5.1 p.p.) being in the south of the country.

In other sub-markets (southeast/middle-west, northeast and north) the drop was smaller – less than 1 percentage point compared to the past month. This is due to decreased rainfall across the country.

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13
07
17

The northeast remains the most critical sub-market.

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in July.

The monthly forecast dropped this week in all sub-markets except the north. The forecast for the southeast/middle-west dropped 4 percentage points, while in the south it is down 22 p.p., and in the northeast 1 p.p.

Accumulated Natural Affluent Energy is below the long-term average in all sub-markets. Here again the northeast is in the worst situation, at just 33% of the long-term average.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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07
17

Dry weather is expected across the country

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, northeast and north will be dry. Weak rainfall in the Jacuí river basin in the south.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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07
17

Tema estará em consulta pública até o começo de agosto

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O mercado livre de energia poderá ser aberto a consumidores com pequenas cargas no país. A proposta de aprimoramento do marco regulatório do setor elétrico, divulgada em 06/07/17, pretende reduzir a exigência mínima para ingresso no mercado livre gradualmente, a partir de 2020, até chegar aos 75 KW em 2028. Atualmente, apenas os consumidores com demanda contratada a partir de 500 kW podem adquirir energia diretamente dos geradores ou por meio de comercializadoras. Em um prazo maior e não definido, o governo propõe que os consumidores residenciais de baixa tensão também sejam no futuro contemplados com a possibilidade de saírem do mercado cativo.

Além da expansão do mercado livre, o governo propõe mais uma série de mudanças, desde possíveis alterações no cálculo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), passando por novas funções para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), até um possível fim dos leilões de energia de reserva, dentre outros tópicos. As propostas estão na consulta pública nº 33, que receberá contribuições até 04/08/17.  Para serem concretizadas, as alterações ainda dependem de medida provisória (MP) ou projeto de lei a serem aprovados no Congresso Nacional.

O mercado livre de energia no Brasil

O mercado livre permite ao consumidor traçar suas próprias estratégias e negociar livremente as condições contratuais da compra de energia. Os consumidores podem acordar preço, prazo, índice de reajuste e montante contratado mensal. Os principais benefícios para o consumidor são a possibilidade de reduzir custos, ter previsibilidade de orçamento e liberdade para escolher a sua fonte de energia, incluindo as renováveis incentivadas pelo governo.

Pela legislação atual, consumidores com demanda contratada igual ou superior a 500 kW, tanto por unidade, como pelo somatório de unidades com o mesmo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou localizadas em áreas contíguas, podem adquirir energia gerada por fontes renováveis, tais como hidrelétricas de pequeno porte (PCHs), termelétricas a biomassa, fontes eólicas, entre outras. Já empresas com demanda contratada igual ou maior do que 3.000 kW, podem adquirir energia de qualquer fonte de geração, incluindo as grandes hidrelétricas do país e as mais modernas usinas térmicas e eólicas.

O mercado livre de energia existe no Brasil desde 1995 e, atualmente, conta com quase 5.000 consumidores, que consomem aproximadamente 25% de toda a energia consumida no país.

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07
17

Alta dos preços está atrelada à diminuição de vazões e redução do nível dos reservatórios

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 08/07/17 a 14/07/17 foi fixado em R$ 253,45/MWh para todos os submercados. O crescimento foi de 9% em relação à semana passada, quando estava equalizado em R$ 233,32/MWh.

A diminuição das vazões previstas para o Sistema Interligado Nacional (SIN) foi a principal influência para a alta no preço. Além disso, houve redução no nível dos reservatórios do SIN em relação ao que era esperado na semana anterior.

O preço segue equalizado em todo o país, uma vez que os limites de intercâmbio entre os submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte não terem sido atingidos.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) / PLD médio: Ponderação Comerc Energia 1. PLD médio 1 é a média ponderada dos valores já divulgados do PLD, pelas horas das semanas publicadas. 2. PLD médio 2 supondo que o último PLD publicado se estenda até o último dia de julho de 2017.

 

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07
17

Diminuição no volume de chuvas é responsável pela queda

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

FONTE: Operador Nacional do Sistema (ONS)

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a segunda semana de julho apresentou redução no nível dos reservatórios de todos os submercados, sendo que a diminuição mais expressiva ocorreu no Sul, de 5,1 pontos percentuais.

Nos demais submercados, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, a queda foi mais discreta, de menos de 1 ponto percentual em relação à semana anterior. Em todo o país, a diminuição é consequência da redução do volume de chuvas.

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07
17

Submercado Nordeste segue em situação mais desfavorável

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para julho.

Em comparação com a semana passada, a previsão mensal manteve-se igual apenas para o submercado Norte. O Sudeste/Centro-Oeste teve redução de 4 pontos percentuais, enquanto Sul e Nordeste apresentaram queda 22 pontos e 1 ponto percentual, respectivamente.

Todos os submercados seguem abaixo da Média de Longo Termo (MLT). Em situação menos confortável está o Nordeste, com apenas 33% da MLT.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios

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07
17

Tempo seco deve prevalecer em quase todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram tempo seco nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Apenas o Sul deve apresentar chuvas fracas na bacia do Jacuí.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

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07
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Energy use goes up as vehicle output increases 33.8%

The vehicles and autoparts industries led energy use among the twelve industry segments monitored by the Comerc Energy Index in May. Consumption went up in the year-over-year comparison (9.17%), and the April to May 2017 comparison (11.72%). This is the largest increase in energy use in May, regardless of the basis of comparison

This is in line with data published early this month by the National Association of Automotive Vehicle Manufacturers. According to the association, over 237 thousand vehicles were manufactured in May, a full 25.1% more than in April, and 33.8% more than in May 2016.

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Looking at energy in all segments included in the Index, we find an increase of 1.69% compared to May 2016, and 2.62% between April and May of this year. If we look at YTD 2017 and the same period last year, the increase was smaller, only 0.47%.

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Of the 12 industries that make up the index, energy use went up in 8 compared to May of last year, and in 9 compared to April 2017.

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Commercial and Retail Establishments

Energy use also recovered significantly in commercial and retail establishments. After numerous successive monthly drops in the past year, energy use went up 0.31% compared to May 2016. “Energy use in commercial and retail establishments has finally leveled off after a sharp decrease due to cooler weather in April, and a decrease in the use of air conditioning”, said Comerc Energia CEO Cristopher Vlavianos.

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Contradictory signals during the course of the year

“We have observed a significant monthly fluctuation in energy use”, added Vlavianos. “Last year, energy use compared to the previous month went up six times. The reverse was true in the other six months. This reflects the current economic instability, where contradictory signals are the norm”.

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The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in its portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free market. It includes players twelve industry segments: Chemicals, Manufacturing Industry, Vehicles and Autoparts, Textiles, Leather and Apparel, Pulp & Paper, Steel & Metallurgy, Electro-mechanics, Building Materials, Hygiene and Cleaning, Packaging, Commercial and Retail Establishments and Food.

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07
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The PLD increased as much as 155% compared to the previous week

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of July 1 – 7 2017 was set at R$ 223,32/MWh in all sub-markets. In the southeast/middle-west, this was a 45% increase compared to the previous week, when the PLD was R$ 160,62/MWh.

The largest increase was in the south, where it went up 155% from the
R$ 91,44/MWh PLD in the previous week. In the north and northeast, where the PLD had been R$ 178,85/MWh, the weekly increase was 30%.

The higher prices are primarily because flows in July are expected to be below the long-term average in all sub-markets.

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The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

 

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07
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By the end of June, reservoirs in that sub-market were down to 18% of their total storage capacity

According to data from the National System Operator (ONS), by the end of June, hydro-plant reservoirs in the northeast submarket were down to 18% of their full capacity, the lowest they have been since 2000. The end-of-month level in southeast/middle-west reservoirs was 42%, lower than in June 2017, and the lowest ever since records have been kept.

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Reservoirs in the south are at 93% capacity, the second highest they have ever been.

While reservoir levels in the north went up in June compared to 2016, they are still the second lowest they have ever been.

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07
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This is partly due to dry weather in July

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, disclosed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in July.

The monthly forecast is below the long-term average in all sub-markets. In the southeast/middle-west, flows should be 86% of the long-term average, while in the south they are expected to be 80%.  The situation is even more critical in the northeast and north, where flows should be only 34% and 64% of the long-term average respectively.

Dry weather (lower rainfall) in June justifies the ONS projections.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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07
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Dry weather is expected across the country.

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather will be dry in all sub-markets.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

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04
07
17

Alta no consumo acompanha crescimento de 33,8% na produção de veículos

O setor de Veículos e Autopeças liderou o consumo de energia entre os doze segmentos monitorados pelo Índice Comerc Energia em maio. Houve alta no consumo tanto na comparação de maio de 2016 contra maio de 2017 (9,17%), quanto o período entre abril de 2017 e maio de 2017 (11,72%). Foi o maior crescimento no consumo observado no Índice de maio em todas as bases de comparação.

O consumo de energia do segmento de Veículos e Autopeças está em linha com os dados divulgados no início do mês pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). Segundo a instituição, mais de 237 mil unidades deixaram as linhas de montagem em maio, o que representou uma expansão de 25,1% frente à produção de abril e de 33,8% ante a produção em igual período no ano passado.

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Analisando o consumo de energia de todos os segmentos acompanhados pelo Índice, a variação chegou a 1,69%, na em comparação a maio de 2016, e a 2,62% entre maio e abril deste ano. Já no acumulado do ano versus o mesmo período do ano anterior, houve discreta alta, de 0,47%.

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Dos 12 setores analisados, oito tiveram aumento no consumo de energia elétrica em relação a maio de 2016, enquanto nove consumiram mais energia do que em abril de 2017. d

Comércio e Varejo

O segmento de Comércio e Varejo também apresentou uma retomada razoavelmente expressiva no consumo de energia. Após registrar quedas sucessivas no último ano – quando comparado ao mesmo mês do ano anterior -, o setor exibiu um aumento de 0,31% no consumo em relação a maio de 2016. “O consumo nesse segmento, enfim, estabilizou-se depois de registrar uma forte queda em função da chegada do frio, em abril, quando o uso da refrigeração dos ambientes deixou de ser tão grande”, afirma Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia.

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Sinais contraditórios ao longo do ano

“Temos notado uma oscilação muito grande no comportamento do consumo de energia quando observarmos a sua variação mensal”, comenta Vlavianos. “No último ano, metade dos meses registrou um consumo superior ao mês anterior. E, em metade, vemos um decréscimo. Este é um quadro que reflete a instabilidade econômica do momento, com sinais contraditórios”, conclui o executivo.

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O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre. É composto por doze segmentos: Química; Manufaturados; Veículos e Autopeças; Têxtil, Couro e Vestuário; Papel e Celulose; Siderurgia e Metalurgia; Eletromecânica; Materiais de Construção; Higiene e Limpeza; Embalagens; Comércio e Varejo; e Alimentos.

 

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04
07
17

Alta dos preços em relação à semana anterior atingiu até 155%

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 01/07/17 a 07/07/17 foi fixado em R$ 233,32/MWh para todos os submercados. No Sudeste/Centro-Oeste, o crescimento foi de 45% em relação à semana anterior, quando foi determinado em R$ 160,62/MWh.

No Sul, o preço estava em R$ 91,44/MWh, apresentando a alta mais expressiva de 155%. Já nos submercados Norte e Nordeste, o PLD teve aumento de 30%, pois ambos estavam fixados em R$ 178,85/MWh.

A alta dos preços está atrelada, principalmente, à previsão de afluências abaixo da média histórica para julho em todos os submercados.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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07
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Submercado encerrou junho com apenas 18% de sua capacidade de armazenamento

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), o submercado Nordeste terminou junho com 18% da capacidade de armazenamento dos reservatórios de usinas hidrelétricas, o nível mais baixo para o período desde o ano 2000. No Sudeste/Centro-Oeste, o nível observado no fim do mês foi de 42% da capacidade, inferior ao registrado em junho de 2017 e o quarto mais baixo da série histórica.

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O nível dos reservatórios do Sul, em situação mais confortável, é o segundo melhor do histórico analisado, com 93% da capacidade de seus reservatórios.

No Norte, o nível dos reservatórios em junho aumentou em relação ao mesmo mês de 2016, porém o armazenamento verificado é o segundo pior do histórico.

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04
07
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Cenário está atrelado à previsão de tempo seco para julho

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para julho.

A previsão mensal está abaixo da média histórica em todos os submercados. No Sudeste/Centro-Oeste, a previsão é de 86% da Média de Longo Termo (MLT) e, no Sul, de 80%.  No Nordeste e Norte, a situação é ainda mais crítica, com apenas 34% e 64% da MLT, respectivamente.

A diminuição das chuvas e previsão de tempo seco para o mês justifica as projeções do ONS.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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04
07
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Tempo seco deve prevalecer em todo o país

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que em todos os submercados deve prevalecer tempo seco.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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06
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The Comerc Energia Challenge recognized a proposal for carbon nanofiber supercapacitors

From left to right: Fernando Almeida Prado, Brunela Fcamidu, Helena Eugenio, Cristopher Vlavianos, Gabriela Giusti, Marcelo Ávila, Fabrício Vaz, Pedro Ladeira, Marcel Haratz and Lucas Lima.

From left to right: Fernando Almeida Prado, Brunela Fcamidu, Helena Eugenio, Cristopher Vlavianos, Gabriela Giusti, Marcelo Ávila, Fabrício Vaz, Pedro Ladeira, Marcel Haratz and Lucas Lima.

How can we balance the environmental and financial cost-benefit for storing energy in Brazil? This was the theme of the Comerc Energia Challenge developed for the University of São Paulo (USP) XIV Environmental Engineering Week.

With the increase in wind and solar energy in Brazil, the intermittent nature of these sources is increasingly a topic of discussion among industry players.

One option, already in use in several countries, is storing the energy from these sources in lithium batteries. However, the cost of these batteries is still high, and given the 20-year lifetime, it is possible that the financial investment would not be fully recovered before the batteries are scrapped. Furthermore, this cost would also have to be passed through to the price of energy, making these sources less competitive. Another problem is that lithium is toxic, so disposing of the used batteries in an environmentally safe way might pose an issue.

Looking to solve this problem, environmental engineering students at the Federal University of São Carlos (UFSCar) developed a low-cost, low-environmental impact idea for storing energy.  Known as supercapacitors, these devices are made of carbon nanofibers, which in turn can be made from the cellulose in a range of raw material wastes available in Brazil.

Academicians Brunela Fcamidu, Fabrício Vaz, Gabriela Giusti, Helena Eugenio and Pedro Ladeira defend the use of supercapacitors due to their large energy storage potential, the fact that they are easy to load and unload, last a long time and have high capacity. Potential sources include the cellulose contained in sugarcane bagasse in the southeast and middle-west, rice hulls in the south, coconut fiber in the northeast and Brazil-nut hulls in the state of Pará, in the north. These are all low-cost raw materials and options to reduce the cost to manufacture supercapacitors, which at this point is still high because the technology is relatively new. The idea includes a sustainable option adapted for each region in Brazil, fostering sustainable development by making it possible for isolated communities in different parts of the country to have access to low-cost energy.

The projects were presented on May 12, 2017 at the Comerc Energia Challenge, part of the University of São Paulo XIV Environmental Engineering Week, organized by students at the São Carlos Campus. These projects were analyzed by a group made up of Lucas Lima, with Comerc ESCO (Comerc Energia energy efficiency unit), Fernando Almeida Prado, a Sinerconsult partner, and USP Professor Frederico Mauad. On June 9, 2017, the winning team visited Comerc and presented their solution to the company president, Cristopher Vlavianos, to Vice-President Marcelo Ávila, and to Marcel Haratz, Director of Comerc ESCO.

 

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29
06
17

Despite the increase, the average monthly PLD for June dropped compared to last month

The Price for Settling Differences (PLD) went up in all sub-markets in the week of June 24 – 30, 2017, continuing an upward trend.  The PLD went up 14.6% in the southeast/middle-west, where it was set at R$ 160,62/MWh. This is the first time this month that there has been a mismatch between the PLD in this sub-market and other parts of the country. This is partly because the limit for exporting energy to the north and northeast has been reached, and the south is at the limit of the energy it can import.

The PLD in the south sub-market was set at R$ 91,44/MWh, a 5.1% increase. In the north and northeast sub-markets, the PLD went up 27.6% to R$ 178,85/MWh.

The price increase is primarily the result of lower flows and a decrease in thermal energy available in these regions.

Average monthly PLD

Unlike the weekly PLD, the average monthly PLD dropped in June across the country due to higher flows in the second half of May and in the first few weeks of June. In the southeast/middle-west the average monthly PLD dropped 70%, to R$ 124,70/MWh. In the south, the monthly PLD dropped 84% to R$ 65,91/MWh, and in the northeast it dropped 66% to R$ 143,59/MWh. In the north, the average monthly PLD dropped 25% to R$ 128,96/MWh.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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29
06
17

Rainfall decreased as the month progressed

3

According to the National System Operator (ONS), hydro plant reservoir levels all over the country dropped slightly in the last week of June.

This drop was less than one percentage point compared to the previous week: 0.4 pp in the southeast/middle-west, 0.7 pp in the south, 0.5 pp in the northeast, and 0.4 pp in the north. This is due to decreased rainfall across the country.

Accumulated levels in hydro plant reservoirs changed little over the month, except in the south, where levels went up more than 30 percentage points, and are at almost 100% of their capacity.

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29
06
17

The sharpest drop is expected in the south – 24 percentage points

2

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in June.

Compared to last week, monthly forecasts are up only in the southeast/middle-west, where affluent natural energy should be 109% of the long-term average. In the south, although the forecast came down a whopping 24 percentage points, flows should still be above-average, or 273% of the long-term average by the end of the month. In the northeast and north, flow expectations dropped only 2 percentage points to 32% and 59% of the long-term average respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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29
06
17

Rain in the south, dry weather elsewhere

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, northeast and north will be dry. Weak rainfall in the Jacuí river basin in the south.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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27
06
17

Desafio Comerc Energia reconhece proposta de supercapacitores de nanofibra de carbono

Da esquerda para direita: Fernando Almeida Prado, Brunela Fcamidu, Helena Eugenio, Cristopher Vlavianos, Gabriela Giusti, Marcelo Ávila, Fabrício Vaz, Pedro Ladeira, Marcel Haratz e Lucas Lima.

Da esquerda para direita: Fernando Almeida Prado, Brunela Fcamidu, Helena Eugenio, Cristopher Vlavianos, Gabriela Giusti, Marcelo Ávila, Fabrício Vaz, Pedro Ladeira, Marcel Haratz e Lucas Lima.

Como obter o equilíbrio no custo-benefício ambiental e financeiro no armazenamento de energia no Brasil? Esse foi o tema do Desafio Comerc Energia, desenvolvido para a XIV Semana de Engenharia Ambiental da Universidade de São Paulo (USP). Com o aumento da geração eólica e solar no país, a intermitência dessas fontes está sendo cada vez mais discutida entre agentes do mercado.

Atualmente, uma alternativa já utilizada em alguns países é o armazenamento dessas fontes de energia em baterias de lítio. No entanto, o custo dessas baterias ainda é elevado. Como a vida útil das baterias é de até 20 anos, é possível que o investimento financeiro não seja recuperado em tempo satisfatório, além de ser repassado no custo da energia, tornando as fontes menos competitivas. Outro inconveniente é a alta toxicidade do lítio, o que cria um problema ambiental no fim da vida útil das baterias.

Em busca de solucionar o problema, os alunos de engenharia ambiental da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma proposta de armazenadores de energia de baixo custo e impacto ambiental.  Conhecidos como supercapacitores, os equipamentos utilizam nanofibras de carbono obtidas da celulose de resíduos de diversas matérias–primas abundantes no Brasil.

Os acadêmicos Brunela Fcamidu, Fabrício Vaz, Gabriela Giusti, Helena Eugenio e Pedro Ladeira defendem o uso dos supercapacitores por terem alto potencial de armazenamento de energia, rápida capacidade de carregar e descarregar, longo ciclo de vida, além de alta capacidade de potência. A celulose obtida a partir do bagaço de cana-de-açúcar do Sudeste e Centro-Oeste, a casca de arroz do Sul, a fibra de coco do Nordeste e o ouriço de castanha do Pará, do Norte, por serem matérias-primas de baixo custo, se apresentam como alternativas para diminuir o valor da produção de supercapacitores, que ainda é alto pelo fato de ser uma tecnologia relativamente nova. Ao mesmo tempo em que a ideia propõe uma alternativa sustentável e adaptada a cada região brasileira, também promove um desenvolvimento sustentável, permitindo que comunidades isoladas em diferentes regiões do país possam ter acesso à energia de baixo custo.

A apresentação dos trabalhos inscritos no Desafio Comerc Energia ocorreu em 12/05/17, na XIV Semana da Engenharia Ambiental da USP, organizada pelos estudantes do campus de São Carlos. Os projetos foram avaliados por uma banca composta pelo analista da Comerc ESCO (unidade de eficiência energética da Comerc Energia) Lucas Lima, o sócio da Sinerconsult Fernando Almeida Prado e o professor da USP Frederico Mauad. Em 09/06/17, a equipe vencedora teve a oportunidade de visitar a Comerc para apresentar a solução para Cristopher Vlavianos, presidente da empresa, Marcelo Ávila, vice-presidente, e Marcel Haratz, diretor da Comerc ESCO.

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27
06
17

Apesar de alta, PLD médio mensal de junho reduziu em relação ao mês passado

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 24/06/17 a 30/06/17 aumentou em todos os submercados, em comparação à semana anterior, quando a tendência já era de alta. O Sudeste/Centro-Oeste teve crescimento de 14,6%, passando para R$ 160,62/MWh. Pela primeira vez no mês, o preço desse submercado descolou dos demais em função dos limites de envio de energia para o Norte e Nordeste e o recebimento pelo Sul terem sido atingidos.

No Sul, o preço foi fixado em R$ 91,44/MWh, com alta de 5,1%. Já nos submercados Norte e Nordeste, o PLD apresentou aumento ainda mais expressivo, de 27,6%, equalizando em R$ 178,85/MWh.

A alta dos preços está atrelada, principalmente, à redução do volume de afluências previstas, além da redução da disponibilidade térmica dessas regiões.

PLD médio mensal

Na contramão do preço semanal, o PLD médio mensal de todos os submercados em junho diminuiu, devido ao aumento das afluências verificadas entre a segunda quinzena de maio e as primeiras semanas deste mês. No Sudeste/Centro-Oeste, a redução foi de 70%, fixando o PLD médio em R$ 124,70/MWh. No Sul, essa variação foi de 84%, com PLD médio de R$ 65,91/MWh, enquanto o Nordeste teve queda de 66%, aitngindo R$ 143,59/MWh. No Norte, a redução foi de 25%, com PLD médio de R$ 128,96/MWh.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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27
06
17

Ao longo do mês houve diminuição no volume de chuvas

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a última semana de junho apresentou queda discreta no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas de todo o país.

Em todos os submercados, a redução foi de menos de um ponto percentual em relação à semana anterior. No Sudeste/Centro-Oeste, 0,4, no Sul, 0,7, Nordeste 0,5 e Norte 0,4 ponto percentual. Essa diminuição é consequência da redução do volume de chuvas ao longo do mês.

Os níveis de água acumulada nos reservatórios mantiveram-se relativamente estáveis durante todo o mês, exceto no submercado Sul, que apresentou aumento de mais de 30 pontos percentuais, atingindo quase 100% da sua capacidade de armazenamento.

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27
06
17

Submercado Sul tem queda de 24 pontos percentuais

3

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para junho.

Em comparação com a semana passada, a previsão mensal aumentou apenas para o submercado Sudeste/Centro-Oeste, passando para 109% da média histórica de vazões. No Sul, apesar da diminuição expressiva de 24 pontos percentuais na previsão, o submercado segue acima da média, devendo chegar ao fim do mês com 273%. No Nordeste e no Norte, a queda na previsão do Operador foi mais discreta, de dois pontos percentuais, para, respectivamente, 32% e 59% da Média de Longo Termo (MLT).

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

 

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27
06
17

Chuvas continuam no Sul e tempo seco nos demais submercados

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte deve prevalecer tempo seco. Já o Sul deve ter chuvas fracas na bacia do Jacuí.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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22
06
17

Comerc Energia and Sunew will take solar energy trees to the event

Imagem: Acervo Sunew

Image: Sunew Archives

Comerc Energia and Sunew signed an agreement to supply Rock in Rio 2017 with clean energy. The event, to be held in Rio de Janeiro this September, will have five solar panel trees where people can charge their cell phones using 100% clean energy. Known as OPTrees, they are coated with OPV (Organic Photovoltaic) film, and differ from traditional panels by being light and flexible.

Marcel Haratz, Director of Comerc Solar, a specialized unit within Comerc Energia, explained that “this technology is particularly interesting for projects that want to combine esthetics and high levels of functionality, fully integrating energy generation into different environments”. Marcos Maciel, CEO of Sunew, explained that “using these trees in Rock in Rio demonstrates the numerous applications of OPV, a very versatile material with good cost-benefit”. Together, the five trees will be able to generate 1.30 kWh/day of energy, enough to light the furnishings and charge 10 cell phones for 12 hours.

The initiative is part of the Free Amazon initiative, a Rock in Rio socio-environmental project that seeks to revert the impact of deforestation of the Amazon forest with tree plantings and other activities. “These [solar panel] trees were designed to be placed in public areas. At Rock in Rio, the energy they generate will reinforce to the public that one can contribute to the environment in a simple and practical way. We want the Free Amazon motif to be alive in Rock City, and OPTrees translate the focus we are placing on nature”, said Roberta Coelho, Rock in Rio Special Projects Director.

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22
06
17

Lower rainfall in the forecast drives up prices

The Price for Settling Differences (PLD) went up in all sub-markets in the week of June 17 – 23.  The PLD for the southeast/middle-west, north and northeast was set at R$ 140,18/MWh. This is a 49.3% increase in the first two markets, and 13.7% in the northeast.

The PLD in the south was set at R$ 87,00/MWh, up 158% compared to the previous week, when it was still the minimum set by Aneel, the National Electric Energy Agency, which is
R$ 33,68/MWh.

The higher PLD is due to the National Integrated System’s (SIN) expectation of lower flows, due to a decrease in rainfall in the previous week.

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22
06
17

Reservoirs in the northeast sub-market contain only 18.8% of their storage capacity

3

According to the ONS (National System Operator), between the third and fourth weeks of June hydro plant reservoir levels dropped slightly in the southeast/middle-west and northeast (0.1 and 0.1 p.p. respectively).

Reservoir levels went up 4.1 and 0.2 p.p. respectively in the south and north.

The south is more comfortable, with reservoirs at 96/8% capacity. The northeast is at the other extreme, with reservoirs down to just 18.8% of their capacity.

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22
06
17

Projects were impacted by lower rainfall

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in June.

Lower flows in the weather forecasts for all sub-markets except the northeast, where they should remain low, or 34% of the long-term average. The lower flows in the southeast/middle-west, south and north are primarily due to lower rainfall in the previous week.

Nevertheless, affluent natural energy is above the long-term average in the southeast/middle-west and south – 106% and 297% respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows

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22
06
17

Rain in the south, dry weather elsewhere

The weather forecast used by the National System Operator (ONS) shows that the weather in the southeast/middle-west, northeast and north will be dry. Mild rain is expected in the south.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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19
06
17

Comerc Energia e Sunew levarão árvores de energia solar para o evento

Imagem: Acervo Sunew

Imagem: Acervo Sunew

A Comerc Energia e a Sunew firmaram parceria para levar energia limpa ao Rock in Rio 2017. O evento, que será realizado em setembro, no Rio de Janeiro, contará com cinco árvores de placas solares, onde o público poderá carregar telefones celulares com energia 100% limpa. Conhecidas como OPTrees, as árvores são revestidas pelo filme OPV (Organic Photovoltaics), que se diferencia das placas tradicionais por ser leve e flexível.

Marcel Haratz, Diretor da Comerc Solar, unidade especializada da Comerc Energia, explica que “essa tecnologia é especialmente interessante em projetos que buscam aliar a funcionalidade à questão estética, deixando a geração de energia bem integrada em diversos ambientes”. Já para Marcos Maciel, CEO da Sunew, “a utilização das árvores no Rock in Rio demonstra as inúmeras aplicações do OPV, que é um material extremamente versátil e de bom custo-benefício”. Juntas, as cinco árvores terão potencial para gerar 1,38 kWh/dia de energia, o suficiente para a iluminação do mobiliário e para carregar 10 telefones celulares durante 12 horas.

A iniciativa faz parte do Amazonia Live, projeto socioambiental do Rock in Rio que busca reverter os impactos do desmatamento na floresta amazônica por meio do plantio de árvores e outras atividades. “Estas árvores foram pensadas para serem instaladas em áreas públicas e, no Rock in Rio, com a energia gerada por elas, reforçamos para o público que é possível, sim, contribuir para o meio ambiente de forma prática e muito simples. Queremos que o mote do Amazonia Live esteja vivo na Cidade do Rock e as OPTrees traduzem exatamente o olhar que estamos dando à natureza”, afirma Roberta Coelho, diretora de projetos especiais do Rock in Rio.

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19
06
17

Previsão de diminuição no volume de chuvas influencia alta

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 17/06/17 a 23/06/17 aumentou em todos os submercados, em comparação à semana anterior. O Sudeste/Centro-Oeste, Norte e Nordeste tiveram o preço fixado em R$ 140,18/MWh. Os dois primeiros submercados apresentaram alta de 49,3%, enquanto no Nordeste o aumento foi de 13,7%.

No Sul, o PLD saiu do mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), passando de R$ 33,68/MWh para R$ 87,00/MWh, com alta de 158%.

A alta dos preços está atrelada, principalmente, à previsão de expectativas mais baixas de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN), devido à diminuição do volume de chuvas ao longo da semana anterior.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

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19
06
17

Submercado Nordeste tem apenas 18,8% de sua capacidade de armazenamento

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De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a quarta semana de junho teve discreta queda no nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas do Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste de, respectivamente, 0,1 e 0,5 ponto percentual.

Já nos submercados Sul e Norte, houve aumento de 4,1 e 0,2 pontos percentuais frente à semana passada.

O Sul segue em situação mais confortável, com 96,8% da capacidade de armazenamento de seus reservatórios, enquanto o Nordeste, em cenário menos favorável, exibe apenas 18,8% de sua capacidade.

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19
06
17

Projeções foram impactadas por redução no volume de chuvas

2

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para junho.

A previsão diminuiu em todos os submercados, com exceção do Nordeste, que se manteve com 34% da média histórica. A redução das afluências previstas para o Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte está relacionada, principalmente, à diminuição do volume de chuvas da semana anterior.

Apesar da queda, a ENA mensal se manteve acima da média de Longo Termo (MLT) para o Sudeste/Centro-Oeste e para o Sul, com respectivamente, 106% e 297% da MLT.
A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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19
06
17

Chuvas no Sul e tempo seco nos demais submercados

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que os submercados Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte devem apresentar tempo seco. Já o Sul deve ter chuvas fracas.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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19
06
17

The State could generate more than 4,700 MW

shutterstock_56466862

The first two wind turbines in the state of São Paulo, located in Rosana, started to run on a trial basis on June 9. The two towers, each over 30 meters high, were built on the premises of the Porto Primavera Power Plant, and should generate 620 MWh a year to be used by the plant.  Data in the State of São Paulo Wind Atlas shows the state could generate over 4,700 MW from wind.

According to the Annual Bulletin published by ABEEólica (the Brazilian Wind Energy Association), in 2016 the Southeast region generated 0.07 TWh from wind, which is only 0.2% of the wind energy generated in the country, while the Northeast produced 84.7%. In fact, compared to 2016, this was a 10% decrease in wind generation. With this new venture, the state will produce a more significant amount of energy from wind in 2017.

The Porto Primavera Power Plant is located on the Paraná river, which separates the state of São Paulo from Mato Grosso do Sul, and includes hydro and photovoltaic (solar) generating plants. In an article available on Globo.com, Antonio Celso de Abreu Júnior, sub-secretary of renewable energy, explained that placing photovoltaic and wind generating facilities next to existing hydro plants has advantages as the transmission infrastructure is already in place, significantly reducing the cost of energy generated.

 

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19
06
17

More optimistic flow expectations bring prices down

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of June 10 – 16 dropped in all sub-markets. The largest weekly drop was 8.9%, in the southeast/middle west, where the PLD went from R$ 103,07 /MWh to R$ 93,90.

In the northeast, the PLD dropped 3%, to R$ 123,25/MWh, while in the south it remains at the lowest level set by Aneel, or R$ 33,68/MWh. Both submarkets have PLDs that differ from elsewhere in the country as the south has reached its export limit, and the northeast reached its import limit.

This decrease in spot price is primarily the result of optimistic flow forecasts for the National Integrated System (SIN).

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy, and estimated use of energy across the country, among other factors.

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19
06
17

Reservoirs in that submarket are at only 19.3% of their capacity

3

According to the National System Operator (ONS), the water level in hydro plant reservoirs in the northeast dropped once again, to 19.3% of their storage capacity.

The largest weekly change was an 11.3 percentage point increase in reservoirs in the south. Right now, that sub-market is in the best situation, with reservoirs at 92.7% of capacity.

The weekly change in the southeast/middle-west, northeast and north less than 1 percentage point.

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19
06
17

Despite higher flows, the northeast and north are still below the long-term average

2

The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in June.

The forecast is up in all sub-markets due to optimistic flow expectations all over the National Integrated System (SIN).

Flows in the southeast/middle-west and south remain above the long-term average -113% and 330% respectively. In the north and northeast, flows should be below the long-term average – 34% and 64% respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

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19
06
17

The weather in the northeast and north should remain dry

According to the weather forecast used by the National System Operator, moderate rain should fall in the incremental Itaipu region and in the river basins in the south of the country. The weather in the northeast and north should remain dry.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

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13
06
17

Estado tem potencial para gerar mais de 4.700 MW

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Em 09/06/17, foi iniciado o período de testes dos dois primeiros geradores eólicos do Estado de São Paulo, no município de Rosana. As duas torres de mais de 30 metros de altura foram implantadas dentro das instalações da Usina Porto Primavera e devem gerar cerca de 620 MWh por ano para consumo interno da usina. De acordo com o Atlas Eólico do Estado de São Paulo, o estado tem potencial para gerar mais de 4.700 MW.

O Boletim Anual da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) informa que a região Sudeste apresentou, em 2016, geração de 0,07 TWh, o que representa apenas 0,2% da geração eólica total do sistema brasileiro, frente a 84,7% no Nordeste. A taxa de crescimento da expansão da geração em comparação com 2015 foi negativa em 10%. Com a entrada em operação do novo empreendimento, esse número tende a ser mais expressivo em 2017.

A Usina Porto Primavera fica instalada no Rio Paraná, na divisa entre os estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, onde já operam empreendimentos hidrelétricos e solares fotovoltaicos. Em reportagem da Globo.com, o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Júnior, explica que“a implantação de centrais fotovoltaicas e eólicas junto a usinas hidrelétricas existentes apresenta vantagens devido ao espaço físico e infraestrutura de transmissão no local, o que pode propiciar uma redução significativa no custo da energia gerada”.

 

 

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12
06
17

Previsão otimista de afluências puxou os preços para baixo

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 10/06/17 a 16/06/17 diminuiu em todos os submercados, em comparação à semana anterior. A maior redução foi de 8,9% nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, passando de R$ 103,07/MWh para R$ 93,90/MWh.

No Nordeste, o PLD baixou 3%, ficando em R$ 123,25/MWh, enquanto no Sul, o preço segue atingindo o mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 33,68/MWh. Ambos os submercados continuam com os preços diferentes dos demais devido aos limites de envio de energia pelo Sul, assim como o recebimento de energia pelo Nordeste terem sido atingidos.

A baixa do PLD continua atrelada, principalmente, à previsão otimista de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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12
06
17

Submercado tem apenas 19,3% de sua capacidade de armazenamento

3

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a terceira semana de junho apresentou nova queda no nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas do Nordeste, atingindo 19,3% da capacidade de armazenamento do submercado.

A oscilação mais significativa foi no submercado Sul, com aumento de 11,3 pontos percentuais frente à semana passada. Em situação mais confortável, o submercado tem 92,7% da capacidade de armazenamento de seus reservatórios.

No Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, a oscilação foi de menos de 1 ponto percentual.

 

 

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12
06
17

Apesar de alta, submercados Nordeste e Norte continuam abaixo da média histórica

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para junho.

A previsão aumentou em todos os submercados, devido a uma expectativa otimista de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

As vazões dos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul continuam acima da média histórica com, respectivamente, 113% e 330% da Média de Longo Termo (MLT). Já no Nordeste e Norte, a previsão é de que as vazões continuem abaixo da média, com apenas 34% e 64% da MLT.
A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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12
06
17

Submercados Nordeste e Norte devem continuar com tempo seco

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul devem apresentar chuvas fracas na região incremental a Itaipu e nas bacias do sul. Já os submercados Nordeste e Norte devem continuar com tempo seco.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

 

 

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An event at the Barretos Cancer Hospital included a lecture by volley-ball coach Bernardinho.

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At an event held on May 26 this year, Comerc Energia honored the entities that donated energy to the Barretos Cancer Hospital (HCB). Comerc CEO Cristopher Vlavianos recognized Group Tereos and the São José da Estiva, Viralcool, Pitangueiras, Jalles Machado, Iacanga and Santa Isabel plants, and the Projeto Energia do Bem (Energy for Good). This initiative started in 2012, and has already donated over 10,000 MWh, resulting in more than R$ 2.8 million in savings in the hospital’s energy bill. In 2016 alone, energy donations enabled savings in excess of R$ 1 million, or 20% of the hospital’s energy bill. This type of effort supports the treatment of the more than six thousand people the hospital sees each day through the Unified Healthcare System (SUS), helping people recover lives affected by cancer.

At this event, Volleyball coach Bernardinho talked about “Excellence: achievements and sustainability”. “It is a great honor to participate in this event”, he said. In addition to donating energy from renewable sources, Energia do Bem also manages the hospital’s free market energy supply agreements, which Comerc does at no cost (pro-bono).

The next steps in the project include attracting further donors to increase the benefit for the hospital. According to the Comerc CEO, “the goal is to have all (100%) of HCB’s energy needs come from donations, and perhaps extend the program to other hospitals”. “Every day we invest more in technology, and that means we depend a lot on energy” said the hospital’s President, Henrique Prata.

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A 3 degrees Centigrade temperature in April compared to March, and a 2.5oC compared to April 2016 impacted the demand for energy in a number of industries

The Building Materials industry (-13.58%) and Commercial and Retail establishments (-12.35%) were major causes of the 3.83% y-o-y drop in the April Comerc Energy Index.

If we compare March and April of this year, energy use dropped 6.75%, again led by Building Materials (down 18.45%). This generalized decline in energy use was seen in nine and ten categories in the Comerc Energy Index in March and April respectively.

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“Fluctuations in energy use are not always related to the economy”, said Cristopher Vlavianos, CEO of Comerc Energia. “The Central Bank’s Index of Economic Activity (IC-BR) increased 1.12% between 1Q17 and 4Q16, so the decline in energy use is due much more to the temperature, especially in the Southeast,” he added. Less energy is used in the cooler months.

The executive went on to say that the decline in the demand for electricity is explained by the decline in average temperature in the country, from 25.5oC in March to 22.5oC in April. According to the US National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), April this year was cooler than the same month in 2016.

“The climate has a direct impact on energy use in areas such as Commercial Buildings and Trade Establishments, as not as much air conditioning is required to keep environments cool” he added. “Furthermore, when ambient temperatures come down, less energy is needed to preserve perishables, so the food industry also uses less power” Vlavianos completed.

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It is worth noting that all three categories used more energy in April 2017 than in 2016. Energy use in Hygiene and Cleaning went up 5.68%, and also increased in Steel and Metallurgy (3.92%) and in Packaging (0.26%). This trend is similar to what we saw between March and April 2017, when energy use went up only in two industries.

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Building Materials

Vlavianos called attention to the 12-month energy use figures for Building Materials. Energy use in this industry dropped consistently, with the exception of September 2016, when it went up 2.92%. In the 12-months ending in April 2016, energy use in this industry dropped a full 21.15%, and then dropped a further 13.58% the subsequent 12 months.

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The Comerc Energy Index is published every month and is based on energy use by the 1,300 facilities in its portfolio, belonging to over 700 industry and trade groups that purchase their energy in the free Market.

 

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Aneel expects adjustments to avoid abrupt changes from one month to the next

Bandeiras

Aneel, the National Electric Energy Agency, wants to review how it decides to trigger rate flags in 2018. Rate flags change color depending on the cost to operate the thermal plants used to ensure energy supply. As a result, captive consumers must pay more for the energy they use in certain months. The change would be made to reduce the large fluctuations resulting from flag changes from one month to the other, making it easier for consumers to understand the system.

Agency Director Romeu Rufino said that even though the rate flag went from red to green between May and June, he does not believe this scenario is sustainable for the rest of the year, as hydro plant reservoir levels have not recovered.

 

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The PLD in the southeast/middle-west was set at R$ 103,07/MWh

The Price for Settling Differences (PLD) for the week of June 3-9 dropped in all sub-markets. In the southeast/middle-west and north, it dropped 13.2% compared to last week, and was set at R$ 103,07/MWh.

The PLD, in the south and northeast sub-markets is different than elsewhere in the country. In the south, the PLD dropped 71.6%, and is the lowest in the country. Aneel set the PLD for that sub-market at R$ 33,68/MWh. This is because the sub-market has reached the limit and cannot export any more energy. The PLD in the Northeast dropped 18.9% to R$ 127,60/MWh.

The drop in PLD across the country is primarily due to more optimistic flow forecasts published for the National Interconnected System (SIN), indicating an increase of around 7,200 MWavg over the expected energy generation potential.

The weekly PLD is influenced by hydro plant reservoir levels, forecast affluent natural energy and estimated use of energy across the country, among other factors.

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The new average PLD for May was R$$411,49/MWh in the southeast/middle-west and south, R$ 418,20/MWh in the northeast, and R$ 171,95/MWh in the north.

On May 31 2017, Aneel decided to authorize re-publication of the Price for Settling Differences (PLD) for the 2nd, 3rd and 4th operating weeks of May. The new average PLD for May was R$ 411,49/MWh in the southeast/middle-west and south, R$ 418,20/MWh in the northeast, and R$ 171,95/MWh in the north.

The request was filed by the Electric Energy Trading Chamber on May 26, 2017, claiming that adjustments in the structural Unit Variable Cost of some thermal plants winning the 20th, 21st, 22nd and 23rd Auctions were not performed as stipulated in regulations. According to the Chamber, this request is due to inconsistencies in the NEWAVE model for the month of May 2017, processed by the National System Operator (ONS) and the CCEE itself.

The new re-published prices increased between R$ 4,00/MWh and R$ 8,00/MWh a week. This is the result of the following:

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The largest fluctuation came in the south, where reservoirs went up 17.8 percentage points

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According to the National System Operator (ONS), reservoir levels in May changed somewhat across the country.

In the southeast/middle-west and north, the monthly amount of natural affluent energy dropped 1 and 0.3 percentage points respectively. The south and north reservoirs are at more than half their capacity, increasing 17.8 and 0.3 percentage points respectively.

The largest variation was seen in the south, where reservoirs went from 63.5^ to 81.4% of capacity, which is the equivalent to 3,500 MWavg in a week.

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Flows in the northeast are 33% of the long-term average

 

Source: National System Operator (ONS)

Source: National System Operator (ONS)

 The ONS, or National System Operator, reviewed its projections for accumulated Natural Affluent Energy in June.

The monthly forecast for natural affluent energy published by the ONS is above the long-term average in the southeast/middle-west (102%) and south (250%). In the north and northeast, flows should be below the long-term average – 33% and 60% respectively.

Affluent natural energy is energy that can be obtained from natural river flows.

 

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The weather in the northeast and north should remain dry

According to the weather forecast used by the National System Operator, moderate rain should fall in the incremental Itaipu region and in the Paranapanema, Iguaçu, Uruguai and Jacuí river basins in the southeast/middle-west. The weather in the northeast and north should remain dry.

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

Source: Center for Weather Forecasting and Climate Studies/National Institute of Aerospace Research/National System Operator (CPTEC/INPE/ONS).

 

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Evento no Hospital de Câncer de Barretos contou com palestra do técnico de vôlei Bernardinho

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A Comerc Energia homenageou os doadores de energia ao Hospital de Câncer de Barretos (HCB) em evento realizado no dia 26/05/17. O presidente da empresa, Cristopher Vlavianos reconheceu a participação do Grupo Tereos e das usinas São José da Estiva, Viralcool, Pitangueiras, Jalles Machado, Iacanga e Santa Isabel e no Projeto Energia do Bem. Desde 2012, a iniciativa já colaborou com mais de 10.000 MWh em doações, representando uma economia superior a R$ 2,8 milhões na conta de energia do HCB. Apenas em 2016, as doações proporcionaram economia de mais de R$ 1 milhão, o equivalente a 20% da conta do hospital no período. Esse montante auxilia no tratamento de mais de seis mil atendimentos diários pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apoiando pessoas com a vida comprometida pelo câncer.

O evento contou também com a presença do técnico de vôlei Bernardinho para uma palestra com o tema “Excelência: conquista e sustentabilidade”. “Para mim, é uma honra muito grande participar”, afirmou Bernardinho. Além da doação de energia de fontes renováveis, o Energia do Bem beneficia o hospital com a gestão de contratos de energia no mercado livre, realizada sem custo pela Comerc.

Os próximos passos do projeto englobam atrair outros doadores para aumentar o benefício concedido ao hospital. De acordo com o presidente da Comerc, “o objetivo é que a gente consiga chegar em 100% de doação para o HCB e também talvez para outros hospitais”. “A cada dia nós estamos investindo mais em tecnologia, o que faz com que a gente dependa muito de energia”, ressaltou o presidente do Hospital, Henrique Prata.

Clique no vídeo abaixo e confira os melhores momentos do evento:

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Queda de 3 graus centígrados em relação a março e de 2,5 graus em relação a abril de 2016 impactou a demanda por eletricidade em vários segmentos

Os segmentos de Materiais de Construção (-13,58%) e Comércio e Varejo (-12,35%) influenciaram fortemente a queda do Índice Comerc Energia de abril, cujo consolidado de doze categorias registrou um decréscimo de 3,83% em comparação com abril de 2016.

O setor de Material de Construção (-18,45%) liderou a queda de 6,75% no Índice consolidado de abril, quando o período é comparado com março de 2017. Nas duas comparações, a queda na demanda do insumo foi generalizada, abrangendo, respectivamente, nove e dez categorias monitoradas pelo Índice Comerc Energia.

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“Nem sempre a variação do consumo de energia tem a ver com o dinamismo da economia”, afirma Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia. “Apesar de o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IC-Br) ter registrado no primeiro trimestre um aumento de 1,12% sobre o último trimestre de 2016, nesse momento, o consumo tem muito a ver com a temperatura no país, principalmente no Sudeste”, ressalta ele.

Consumo de energia é menor no frio

O executivo explica que, em parte, a retração na demanda por eletricidade pode ser explicada pela queda da temperatura média no País, dos 25,5 graus em março, para os 22,5 graus em abril. Em relação a 2016, abril também esteve mais frio, em média, 2,5 graus centrígrados, segundo os dados da NOAA (departamento norte-americano de climatologia).

“O clima impacta diretamente o consumo de energia de segmentos como Comércio e Varejo, pois não se requer tanto uso do ar condicionado nas lojas”, argumenta o executivo. “Além disso, não há a necessidade de tanta refrigeração para a conservação de perecíveis quando as temperaturas estão mais baixas. Nesse caso, o setor de Alimentos também consome menos eletricidade”, acrescenta Vlavianos.

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Vale notar que, na comparação com o ano passado, apenas três categorias tiveram alta no consumo de energia em abril. Higiene e Limpeza consumiu 5,68% a mais, o setor de Siderurgia e Metalúrgica 3,92%, e Embalagens 0,26%. A tendência é parecida na comparação de abril com março de 2017, que revela aumento no consumo de apenas dois setores.

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Materiais de Construção

Vlavianos chama a atenção para a série histórica de 12 meses do setor de Materiais de Construção. O setor registra onze meses de sucessivas quedas no consumo de energia e apenas um mês (setembro de 2016) de crescimento (2,29%). Ele ressalta que, em abril de 2016, o setor havia já reduzido o consumo de eletricidade em 21,15% sobre o mesmo período do ano anterior. E, agora, em abril deste ano, retraiu seu consumo outros 13,58%.

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O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

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Aneel prevê ajustes para diminuir mudanças bruscas de um mês para o outro

Bandeiras

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) quer revisar o método que define o acionamento das bandeiras tarifárias para 2018. A cor da bandeira é acionada dependendo do custo de operação das termelétricas que são utilizadas para garantir o suprimento de energia, podendo gerar custo adicional às tarifas do mercado cativo em determinados meses. A mudança visa diminuir grandes oscilações nas bandeiras de um mês para o outro, facilitando o entendimento dos consumidores.
O diretor da Agência, Romeu Rufino, comentou que, apesar da bandeira tarifária ter mudado de vermelha para verde entre maio e junho, não acredita que haverá manutenção desse cenário até o fim do ano, devido à não recuperação dos reservatórios das hidrelétricas.

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Sudeste/Centro-Oeste e Norte têm preço fixado em R$ 103,07/MWh

O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) para a semana de 03/06/17 a 09/06/17 apresentou queda em todos os submercados. No Sudeste/Centro-Oeste e Norte a redução foi de 13,2% em relação à semana passada, equalizando em R$ 103,07/MWh.

Os submercados Sul e Nordeste tiveram os preços descolados dos demais. No Sul, o PLD reduziu 71,6%, atingindo o preço mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 33,68/MWh. A queda deu-se em função do limite de envio de energia por este submercado ter sido atingido. No Nordeste, o PLD reduziu 18,9%, ficando em R$ 127,60/MWh.

A queda do PLD em todos os submercados está atrelada, principalmente, à previsão otimista de afluências para o Sistema Interligado Nacional (SIN), que indica um aumento de aproximadamente 7.200 MWm acima do esperado em potencial de geração de energia.

O cálculo semanal do PLD é influenciado pelo nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas, pelas previsões de Energia Natural Afluente (ENA), pela projeção de consumo de energia no país, entre outros fatores.

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Novo PLD médio de maio ficou em R$411,49/MWh no Sudeste/Centro-Oeste e Sul, R$418,20/MWh no Nordeste e R$171,95/MWh no Norte

Em 31/05/17, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu autorizar a republicação dos Preços de Liquidação das Diferenças (PLDs) referentes às 2ª, 3ª e 4ª semanas operativas de maio. O novo PLD médio de maio ficou em R$ 411,49/MWh no Sudeste/Centro-Oeste e Sul, R$ 418,20/MWh no Nordeste e R$ 171,95/MWh no Norte.

A solicitação foi feita em 26/05/17 pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que alegou que os Custos Variáveis Unitários (CVUs) estruturais para algumas usinas termelétricas vencedoras nos 20º, 21º, 22º e 23º Leilões não foram realizados conforme estabelecido em regulação. A agência reconheceu a inconsistência na inserção de dados para o modelo NEWAVE referente ao mês de maio de 2017 que foram processados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e pela CCEE.

Os novos preços republicados têm aumento de R$ 4,00/MWh a R$ 8,00/MWh por semana, confira:

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Submercado Sul tem maior oscilação, com aumento de 17,8 pontos percentuais

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De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a segunda semana de junho apresentou modesta oscilação no nível dos reservatórios de todo o país.

Para os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, a diminuição foi de 1 e 0,3 ponto percentual, respectivamente. Os submercados Sul e Norte tiveram índices acima da metade da capacidade de armazenamento de seus reservatórios, com aumento de, respectivamente, 17,8 e 0,3 pontos percentuais.

O Sul, com variação mais relevante, passou de 63,6% para 81,4% de sua capacidade, o que representa um potencial de geração de aproximadamente 3.500 MWm em uma semana.

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Nordeste tem apenas 33% da média histórica

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Fonte: Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as projeções de volume de Energia Natural Afluente (ENA) acumulada para junho.

A previsão de ENA mensal do ONS está acima da média histórica para os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul, com, respectivamente, 102% e 250% da Média de Longo Termo (MLT). Já no Nordeste e Norte, a previsão é de vazões abaixo da média, com apenas 33% e 60% da MLT, respectivamente.

A ENA representa a energia que pode ser obtida por meio das vazões naturais dos rios.

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Submercados Nordeste e Norte devem continuar com tempo seco.

As previsões meteorológicas utilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que os submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul devem apresentar chuvas moderadas na região incremental a Itaipu e nas bacias do Paranapanema, Iguaçu, Uruguai e Jacuí. Já os submercados Nordeste e Norte devem continuar com tempo seco.

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

Fonte: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climático/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais/Operador Nacional do Sistema (CPTEC/INPE/ONS).

 

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Over 50% of the biomass-driven plants do not send electricity to the grid

Cana

Biomass energy in Brazil could reach 7.1 GWavg in 2024, very close to the ensured energy stipulated for Itaipu in 2018. According to the EPE (Empresa de Pesquisa Energética or Energy Research Company), this milestone could easily be reached by installing 3.7 GWavg over this period. This and other information was addressed by Josiane Palomino, the Generator Management Manager at Comerc Energia, at a presentation held on Biomass Day, an event held on May 24 2017 in São Paulo, and part of the VII Congress on Clean and Renewable Technologies for Energy Generation.

According to Josiane, “sugar and ethanol are still the priorities for these plants, and energy generation is merely a complement to the business”. The executive added that “when the fiber content of sugarcane is high, this is bad for sugar and ethanol, but very good for generating energy”. “It is worthwhile remembering that at the COP 21, Brazil committed to increase the share of bioenergy in the Brazilian energy grid from the current 7% to 18% by 2030”, she added.

Josiane called attention to another piece of data published by the EPE, showing that more than 50% of those generating energy from biomass are not selling it. “It is not without cause that people say there is an entire Itaipu plant hidden in Brazil’s sugarcane fields. The potential from this source is huge, but not well used at present”. The executive believes this is due to several factors. In the regulated market, some issues make it more difficult for biomass to participate in auctions. “Biomass normally participates in auctions competing against wind energy, with different characteristics and a more competitive cost to implement”. In the case of energy trades in the free market, Josiane believes that the constant fluctuations of the PLD and the CCEE arrears are keeping players from entering the segment, any energy over the ensured energy must be traded in the Chamber at the PLD in effect at the time. “Although bagasse has no cost, there is the opportunity cost generators consider when it is time to decide what to do with the bagasse” she added. In addition to generating thermal energy, this was can be used to manufacture feed for cattle or second-generation ethanol.

Another hurdle discussed at the time was the location of these plants, often distant from connections to the transmission and distribution grid. “This could demand that the plants invest in their own transmission infrastructure, which could make the engine generation project non-feasible,” added Josiane.

As alternatives to increase the share of biomass energy in the Brazilian grid, the Comerc manager mentioned regional or source-based auctions and mechanisms to mitigate risks and make delivery more flexible, given the peculiarities of the source. “It would be great to increase the synergies across programs related to ethanol, and the bio electricity agenda,” she added. Another point to considers is the opportunity to review if the concept of ensured energy is truly necessary. Josiane also reiterated that the industry is represented by several associations, making it difficult to have any sort of common alignment to petition for changes in regulation.

 

 

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Consumer energy bills will have no add-ons.

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After two consecutive months of red flags, there will be no additional fees added to distributor bills sent to captive consumers.

According to Aneel’s decision, factors that contributed to a return of the green flag were higher flows, which increased reservoir levels in May 2017, and the outlook for lower energy u