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Índice Comerc Energia indica que seis das doze categorias monitoradas registraram crescimento no comparativo entre semestres

O consumo de energia em seis dos 12 setores da Economia monitorados pelo Índice Comerc Energia aumentou no primeiro semestre de 2017, em comparação com o mesmo período do ano passado. Destes, o setor de Veículos e Autopeças liderou a alta, com 3,63%, refletindo o aumento registrado na sua produção, que também influencia no consumo do setor de Siderurgia e Metalurgia (3,20%).

De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em seu boletim de junho de 2017, houve aumento de 23,3% na produção de veículos em comparação do mesmo semestre do ano passado.

Outros dois setores mais presentes no dia a dia da população no País também tiveram aumento de consumo no comparativo entre os semestres: Têxtil, couro e vestuário, com 3,27%; e Higiene e Limpeza, com 3,18%. Papel e celulose, com 2,29%, e Eletromecânica, com 2,93%, completam a lista.

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Na comparação isolada do consumo de energia em junho, a tendência foi parecida, com alta em sete segmentos. Chama a atenção o comportamento do setor de Comércio e Varejo, que, no semestre, teve queda de 4,57% no consumo, mas, no comparativo mensal, apresentou alta de 2,80%. “Esse segmento é sempre muito influenciado pelas temperaturas no país, por ser dependente de ar-condicionado. Então, nesse caso específico, as oscilações no consumo de energia têm mais a ver com isso do que com o andamento da economia”, comenta Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia.

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Crescimento acumulado

O consumo acumulado de janeiro a junho deste ano de 2017 segue com crescimento, agora de 1,13% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo com maio de 2017, houve queda no consumo de 1,40%. Já analisando o consumo somente em junho de 2017 versus o mesmo período de 2016, o consumo foi praticamente estável, com discreta queda de 0,57%.

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O Índice Comerc Energia, publicado mensalmente, leva em conta o consumo das cerca de 1.300 unidades na sua carteira, pertencentes a mais de 700 grupos industriais e comerciais que compram energia elétrica no mercado livre.

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